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Fórum debate Educação de Jovens e Adultos a partir de hoje

03 agosto 2006 - 07h31

Começou hoje, no teatro Prosa do Sesc Horto, em Campo Grande, o III Encontro Estadual do Fórum de Educação de Jovens e Adultos de Mato Grosso do Sul (Feja-MS). O evento deve reunir, até sábado, cerca de 300 pessoas com objetivo de promover a aproximação e cooperação dos diversos segmentos sociais que oferecem ou se beneficiam dessa modalidade de ensino no Estado, na discussão de soluções, caminhos e estudos no que se refere tanto à metodologia pedagógica quanto à formação de professores na modalidade de ensino a jovens e adultos.Criado em junho de 2004, o Feja-MS é uma associação civil composta por 32 instituições, entre elas, universidades, sistemas, sindicatos, movimentos sociais, conselhos municipais e estaduais de Educação, secretarias municipais de Educação e a Secretaria de Estado de Educação(SED).Nestes três dias de encontro serão discutidos temas como os desafios e perspectivas da EJA (Educação de Jovens e Adultos), os recursos financeiros disponíveis, tanto pelo governo estadual como federal, e também, os resultados e conquistas da modalidade de ensino na perspectiva de promover a escolarização a todo o Estado. Entre os palestrantes estão o professor emérito da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Carlos Roberto Jamil Cury, o representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad) do Ministério da Educação (MEC), professor doutor Timothy Ireland, e a doutora em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Vera Massagão Ribeiro.A coordenadora de Políticas Específicas em Educação da SED, Terezinha Zandavalli de Figueiredo, fará uma exposição sobre o desenvolvimento da EJA em Mato Grosso do Sul. “É importante destacar que a procura crescente na EJA é resultado de investimentos do governo na Educação, fazendo com que as pessoas retornem à sala de aula e permaneçam." De acordo com Terezinha, como há o atendimento de comunidades específicas no Estado, a metodologia de ensino é diferenciada, respeitando a cultura e a língua, no caso das comunidades indígenas. 

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