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Fiems reúne amanhã integrantes de missão empresarial

16 maio 2011 - 08h26

No âmbito do Programa Pró-Chile, o CIN (Centro Internacional de Negócios) da Fiems realiza, nesta terça-feira (17/05), das 8 às 9 horas, na nova sede do IEL em Campo Grande, uma reunião de alinhamento da missão empresarial ao 2º Encontro Empresarial de Iquique, no Chile, que será promovido de 25 a 27 de maio. De acordo com Fábio Fonseca, coordenador do CIN da Fiems, a reunião terá a presença dos 13 empresários inscritos para a missão empresarial e, na oportunidade, serão tratados a programação oficial do evento, os setores confirmados que participarão da roda de negócios, o formato e horários da roda de negócios, a agenda das empresas brasileiras e a logística de viagem.

Fábio Fonseca destaca que, além da rodada de negócios, o 2º Encontro Empresarial de Iquique terá ainda reuniões bilaterais entre empresas chinesas, chilenas, bolivianas, brasileiras, argentinas e paraguaias, seminários para detalhar as perspectivas econômicas, normas fitossanitárias, procedimentos de ingresso de mercadorias no Chile e sistema de operação da zona franca da região e visitas de negócios aos portos da região. “A região de Iquique está posicionada estrategicamente, sendo porta de entrada e saída para o Peru, Paraguai, norte da Argentina, Bolívia, sul do Brasil e continente asiático, além de oferece inúmeros subsídios na contratação de mão-de-obra e na compra de bens de capital”, disse.

Portos chilenos

Ele ainda reforça as vantagens para os empresários sul-mato-grossenses do uso dos portos chilenos para importação e exportação de produtos para o mercado asiático. “A utilização dessa rota reduziria em até 7 mil quilômetros a distância até o mercado asiático, além de diminuir em até 5% o valor do frete pago atualmente pela produção industrial do Estado destinada a esse mercado na comparação com o uso dos portos do Oceano Atlântico”, reforçou.

Hoje, segundo o coordenador do CIN da Fiems, todos os segmentos do setor industrial do Estado poderiam ser beneficiados com o uso dos portos chilenos, entre eles, o de alimentos, de metalmecânica, de celulose e papel, de soja e derivados, de carne e seus subprodutos. “Os governos da Bolívia, Chile, Argentina e Paraguai têm unido esforços para a criação de infra-estrutura necessária para as exportações via corredor bioceânico”, pontuou.

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