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FUTEBOL

Começa, em NY, julgamento do ex- presidente da CBF José Maria Marin

14 novembro 2017 - 13h20Por G 1

Começou nesta segunda-feira, dia 13 de novembro, em Nova York, a fase principal do julgamento do ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) José Maria Marin, com defesa e acusação apresentando seus argumentos.

José Maria Marin chegou ao tribunal com os advogados e não quis falar. Marin é réu por lavagem de dinheiro, fraude e organização criminosa. Ele é acusado de receber propina para favorecer empresas de marketing esportivo em contratos de transmissão e publicidade de edições da Copa do Brasil, Taça Libertadores e Copa América.

Neste processo, também são réus Manuel Burga, ex-presidente da Federação Peruana de Futebol, e Juan Angel Napout, ex-presidente da Conmebol. Todos negam as acusações.

Nesta segunda (13), o procurador Keith Edelman disse que os três usaram o poder que tinham para enriquecer ilicitamente em vez de desenvolver o futebol. Afirmou que Marin recebeu milhões de dólares em uma conta em Nova York.

Um dos advogados de Marin deixou claro nesta segunda como vai ser a defesa: eles vão tentar mostrar que, mesmo quando comandava a CBF, Marin não era o brasileiro mais influente na Fifa. E que, quem mandava mesmo, era Marco Polo Del Nero, o atual presidente da CBF.

Um dos advogados disse que Marin só se tornou presidente da CBF por causa da renúncia de Ricardo Teixeira, em 2012. Pelo regulamento, o mais velho dos cinco vice-presidentes deveria assumir até a eleição seguinte. Marin era o mais velho. Del Nero, na época, era presidente da Federação Paulista de Futebol e o mais cotado para assumir a presidência da CBF.

O advogado Charles Stillman ainda disse: "Apesar de ser o presidente da CBF, Marin não estava no Comitê Executivo da Fifa. Essa posição era ocupada por Del Nero".

Marco Polo Del Nero também é acusado pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de ter recebido propina. Mas ele não é julgado porque o Brasil não extradita seus cidadãos. A defesa de Del Nero afirmou que ele não assinou nenhum dos contratos fechados pela CBF no período investigado.

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