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Escola Agrícola de Nova Alvora suspende atividades

09 fevereiro 2005 - 13h24

A Prefeitura Municipal de Nova Alvorada do Sul decidiu interromper por um ano as atividades pedagógicas na Escola Municipal Agrícola Joaquim Domingos depois de constatar a falta de um projeto de política-educacional. Os alunos do ensino fundamental já foram matriculados em outras escolas da cidade. O atual prefeito, Arlei Silva Barbosa, está empenhado em buscar convênios e ações conjuntas para a retomada do processo pedagógico no próximo ano.“Encontramos a Escola Agrícola abandonada. A gestão anterior não teve compromisso com o ensino público. Estamos comparando os gastos relativos a 2004 com os documentos de prestação de contas. Caso existam irregularidades, vamos comunicar o Tribunal de Contas”, avisa o prefeito.De acordo com o secretário de Educação, Paulo Ângelo de Souza, já foram realizadas reuniões com representantes do Idaterra (Instituto de Desenvolvimento Agrário, Pesquisa, Extensão e Assistência Técnica de Mato Grosso do Sul), Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) e Secretaria Estadual de Educação para estabelecer parcerias com a Escola Agrícola. “Com vontade política e ousadia, vamos promover um novo projeto para a escola. Vamos elaborar novas estratégias e apresentar ações conjuntas para que a escola agrícola desenvolva as suas atividades com qualidade social”, destaca Paulo Ângelo. Em 2004, O número de alunos reprovados aponta índice superior a 50% de fracasso escolar. De acordo com o relatório da prefeitura, as despesas da Escola Agrícola referente ao ano passado somaram quase R$ 400 mil. Para a surpresa da nova administração, o curso técnico não tinha autorização para funcionar naquela escola, já que não tinha convênio assinado com a Prefeitura Municipal. Mesmo sem convênio, a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul cedeu alguns professores, que eram pagos pelo município e ainda recebiam alimentação e transporte. Pais e alunos chegaram a procurar a prefeitura por diversas vezes, reclamando do não cumprimento da carga-horária.O cenário na sede da Escola Agrícola não poderia ser pior do que o abandono. Aviários, áreas de cultivos, estufa, horta, estábulo e curral estão tomados pelo mato. As salas, depósitos e banheiros encontram-se em péssimas condições. “Este ano vamos nos dedicar em reestruturar a Escola Agrícola para que ela cumpra efetivamente a sua função social. Já foram contratados funcionários para que a estrutura física seja recuperada urgentemente e para que as atividades agrícolas sejam retomadas o mais rápido possível. As verduras, hortaliças e o leite produzidos servirão de alimento para alunos de outras escolas e creches do município. Queremos oferecer a comunidade um ensino que seja referência para o país”, conclui o prefeito.

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