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Entidades discutem atualização de honorários médicos

25 março 2005 - 08h18

O SinMed (Sindicato dos Médicos de Mato Grosso do Sul), a Associação Médica do Estado, o Conselho Regional de Medicina e a Comissão Estadual de Honorários Médicos está convocando os profissionais para assembléia geral na próxima quinta-feira (31), às 19h.
 Durante a reunião, será discutida a implantação da CBHPM (Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos), tabela que faz a revisão dos valores cobrados em todos os serviços médicos. O coordenador da Comissão Estadual de Honorários Médicos, Antônio Gentil Neto, explica que a Cassems e a Unimed já implantaram a CBHPM.
No caso da Cassems, foi implantada a CBHPM menos 20%. Gentil informa, no entanto, que os profissionais de serviços auxiliares de diagnósticos e terapia não foram contemplados pela negociação. Entre eles estão os que atuam em radiologia, patologia, neurologia, endoscopia, genética, medicina nuclear, transfusional, laboratorial e neurofisiátricos. A medida está causando o descontentamento das categorias.
Os profissionais de radiologia e ultra-sonografia, inclusive, estariam cogitando suspender o atendimento, caso não haja evolução na negociação. De acordo com Gentil, a operadora Unidas não enviou à comissão proposta para a implantação da CBHPM. “Os usuários continuam sendo prejudicados em algumas especialidades”, diz.
Como exemplo, ele cita a ortopedia, urologia, otorrinolaringologia, anestesia, cirurgia vascular e geriatria, em que usuários estariam pagando por atendimento particular, para depois serem ressarcidos parcialmente pelas operadoras. “Uma junta avalia cada caso e decide pelo reembolso. Penso que caberia ao Procon uma ação investigativa nesse sentido, porque as pessoas já pagam os planos de saúde. Não podem pagar pelo atendimento”, argumenta.
O coordenador também aponta que há operadoras buscando negociação individual com as especialidades. “Isso vai contra o que defendemos. A CBHPM não pode ser dividida, deve ser implantada para todos os profissionais”, analisa. Gentil informa ainda que na reunião da próxima semana, o SinMed vai propor à categoria uma ação judicial para reparação econômico-financeira. O objetivo, segundo ele, é corrigir as perdas referentes aos honorários médicos dos últimos 10 anos.
Caso a decisão da justiça seja favorável, cada profissional ficará responsável por informar o histórico de atendimento e encaminhar às operadoras, para o ressarcimento. A assembléia será realizada na sede do Conselho Regional de Medicina, à rua Desembargador Leão Neto da Câmara, nº 305, Parque dos Poderes, em Campo Grande.

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