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Em Assembleia da FETEMS categoria acata reajuste proposto pelo Governo

11 Dezembro 2012 - 19h30

Após Assembleia Geral da FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), na tarde desta terça-feira (11), mais de 300 trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul, eleitos para representar a categoria pelos 72 sindicatos afiliados a FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), aceitara a política salarial do magistério da Rede Estadual de Ensino para 2013 proposta pelo Governo do Estado.

A proposta acatada pela categoria representa a reposição da inflação, acumulada neste ano em 5,5%, além da incorporação de 15% da regência, que é uma gratificação que o professor recebe por estar em sala de aula, mais a política salarial nacional vigente em 2013, que ainda não foi definida pelo MEC (Ministério da Educação).

De acordo com o presidente da FETEMS, Roberto Magno Botareli Cesar, em Janeiro de 2013 os professores já receberão o aumento salarial. “Com a reposição da inflação mais 15% da regência o salário-base, de inicio de carreira, irá de R$ 1.489 para R$ 1.807,34, lembrando que o compromisso do Governo do Estado também é o de contemplar, ainda, a política salarial nacional que está sendo debatida pela nossa Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) com o Ministério da Educação (MEC) e será anunciada em 2013”, afirma.

Roberto Botareli explicou que os professores continuarão recebendo os outros 20% de gratificação da regência e a partir de 2014 essa porcentagem será incorporada ao salário.

Política Salarial Nacional

No início desse ano, cada aluno da rede pública custava aos cofres públicos R$ 2.096,68, após revisão publicada no Diário Oficial da União no mês passado, o custo caiu para R$ 2.091,37, isso comprova que nacionalmente a educação começa a sentir os reflexos das crises financeiras internacionais.

Segundo o presidente da FETEMS a política de MS mostra avanços, já que em nível nacional o reajuste do custo aluno, que determina o valor do Piso, começa a cair. “Com a queda do valor do custo aluno em 2012, por mais que a nossa Confederação, a CNTE, esteja na batalha em Brasília junto ao MEC, acendemos o sinal de alerta para o valor do reajuste do Piso Salarial Nacional em 2013, que é baseado de acordo com o custo aluno, portanto o cenário nacional nos mostra que tivemos avanços em MS nas negociações, pois conquistamos um reajuste acima da inflação, após a incorporação de parte da regência”, conclui.

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