Menu
Busca quinta, 19 de abril de 2018
(67) 9860-3221
BANNER CRA

Reajuste de 9% do Mínimo foi pequeno, avalia Força Sindical MS

27 dezembro 2012 - 14h04


O aumento de 9% do Salário Mínimo para vigorar a partir de 1º de janeiro de 2013, passando de R$ 622,00 para R$ 678,00, foi pequeno em comparação aos percentuais de anos anteriores e também pela valorização do trabalhador brasileiro. A opinião é de Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Regional Mato Grosso do Sul e presidente da Federação dos Trabalhadores no Comércio e Serviços de Mato Grosso do Sul – Fetracom/MS.

“Os trabalhadores brasileiros estão mais valorizados. Por isso precisam ser melhores remunerados”, afirma Idelmar que coloca o valor do salário mínimo como “uma referência” para se estabelecer o salário das diversas categorias de trabalhadores brasileiros.

O anúncio do novo mínimo foi feito dia 24 e o decreto foi publicado no Diário Oficial da União na quarta-feira, 26. De acordo com a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, que fez o anúncio a pedido da presidenta Dilma Rousseff, o reajuste de cerca de 9%, considerou “a variação real do crescimento” (2,7%) e o Índice Nacional de Preços ao Consumidor – INPC (6,1%).

Para o presidente da Força Sindical MS, o salário mínimo brasileiro deveria ser pelo menos três vezes maior, para cobrir de fato todo o custo de vida de uma família. “Mas, felizmente a força de mercado acaba estabelecendo esses valores e colocam o salário mínimo como uma referência para se estabelecer os valores reais que cada um deve ganhar”, explicou o sindicalista.

O presidente da Feintramag (Federação Interestadual dos Trabalhadores na Movimentação de Mercadorias de MT e MS), José Lucas da Silva, também considerou baixo o reajuste do salário mínimo brasileiro. Para ele o percentual deveria avançar mais para se fazer “justiça” com o trabalho do povo brasileiro.

“Nossos profissionais precisam ser melhores valorizados. O valor do salário mínimo deveria cobrir as necessidades básicas de cada família. Ou seja, permitir o seu sustento em todas as áreas: alimentação, vestuário, moradia, educação, saúde e até lazer”, afirmou o sindicalista que representa também a CNTC (Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio) e a CSP (Central Sindical de Profissionais).

Deixe seu Comentário

Leia Também

ARTIGO
Tecnofam: falando a língua do homem do campo, por Renato Câmara
ANASTÁCIO
10 ficam feridos após reboque de caminhonete se soltar e atingir van
LÍNGUA
UEMS oferece curso gratuito de Inglês em Dourados e Campo Grande
SOLENIDADE
Brigada Guaicurus de Dourados realiza Formatura do Dia do Exército
INFLUENZA
Gripe H3N2 faz segunda vítima do ano em MS
RIGOR
Entra em vigor lei que aumenta pena para motorista embriagado
PRAZO
Inscrições para seleção de estagiário do TRE/MS terminam hoje
APARECIDA DO TABOADO
Corpo de jovem de 21 anos é encontrado boiando em rio
TEMPO
Quinta-feira de sol com aumento de nebulosidade em Dourados
SHOWBIZ
Thaila Ayala aprecia a natureza de biquíni em cima de uma pedra

Mais Lidas

ITAPORÃ
Mortos em troca de tiros após assalto eram de Dourados
SEGURANÇA PÚBLICA
Em comunicado, PCC convoca integrantes para “alerta geral”
DOURADOS
Após invadir Ceim, dupla ameaça vigia de morte e rouba equipamentos
TENSÃO EM MS
Presos tentam impedir pente-fino na PED, mas agentes fazem ‘limpa’