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ECONOMIA

Preço médio do diesel sobe em uma semana nos postos de Dourados

24 abril 2019 - 11h23Por Vinicios Araújo, com informações do G1

Em uma semana o preço médio do diesel ficou R$ 0,065 mais caro nos postos de combustível em Dourados. A informação é da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que semanalmente divulga a média dos preços dos combustíveis no Brasil. 

Nas bombas, o custo médio pelo litro do diesel estava marcando a margem dos R$ 3,664 até o dia 13/04. Na pesquisa da semana seguinte, entre os dias 14 e 20 de abril, a ANP constatou um avanço para R$ 3,729. 

A variação de preços entre os 10 postos pesquisados ficou com a mínima de R$ 3,59 e máxima de R$ 3,849.

No último dia 11, a Petrobras divulgou que o preço do diesel iria sofrer reajuste de 5,74%. No mesmo dia, o presidente Jair Bolsonaro mandou a empresa suspender o anúncio até que ele tivesse uma reunião com o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e com os ministros da equipe econômica.

Conforme o G1, a reunião aconteceu no dia 16. Após o encontro, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmaram que o valor do reajuste e o momento do anúncio cabem à Petrobras.

No dia 17, a empresa anunciou aumento de R$ 0,10 por litro no diesel.

Acordo

A medida provocou alvoroço entre os caminhoneiros, que ameaçaram deflagrar outra greve como a do ano passado, que parou vários setores em todo o País após os motoristas suspenderem atividades de transporte rodoviário. 

Diante disso, o ministro de Infraestrutura do governo Bolsonaro, Tarcísio Freitas, montou agenda com representantes dos ‘profissionais da estrada’ e ficou acordado que o valor do custo do diesel seria aplicado na tabela do frete. 

A tabela foi uma conquista da greve em 2018, ainda no governo do ex-presidente Michel Temer. 

O mecanismo foi alvo de críticas até mesmo dentro do governo Temer. Na ocasião, o então ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que a tabela prejudica o agronegócio. A tabela também foi alvo de contestações da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) na Justiça.

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