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CACHAÇA

Expocachaça oferece bebidas que podem chegar a R$ 2 mil a garrafa

06 junho 2015 - 08h49

Foi-se o tempo em que a cachaça era sinônimo de produto barato e de baixa qualidade. Uma garrafa da bebida pode chegar a custar R$ 2 mil. É o caso de uma das 500 marcas que fazem parte da 25ª Expocachaça, realizada no Expominas, na Região Oeste de Belo Horizonte.

“É uma edição limitada, comemorativa dos 55 anos de empresa. A garrafa tem peças banhadas a ouro, vem com duas taças de cristal e é numerada”, explicou o representante comercial Marcelo Pelisson.

A cachaça, que veio do Rio Grande do Sul, é envelhecida há 12 anos. Ela está exposta em uma vitrine e atrai muitos curiosos, mas até a conclusão desta reportagem, nenhuma unidade havia sido vendida.

“Ainda não tive essa felicidade”, disse Pelisson que participa pela sétima vez do evento. A garrafa é tão valiosa que não está nem entre as cachaças disponíveis para degustação.

Porém, os visitantes podem apreciar várias outras bebidas que vão da “clarinha” à dourada e da envelhecida há dois anos àquela que ficou há dez em barris de carvalho americano.

A Expocachaça termina neste domingo, dia 07 de junho. A estimativa é que sejam gerados cerca de R$ 20 milhões em negócios, na feira e no pós-feira, com exportações do produto como ocorreu no ano passado.

###Brasil Bier
As cervejas artesanais também têm lugar na Expocachaça. Quinze cervejarias fazem parte da Brasilbier, evento paralelo que acontece no Expominas.

Uma delas, originária de Botucatu, em São Paulo, chegou até Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, considerada um dos polos de fabricação da bebida no país. O município abriga onze cervejarias artesanais e conta com mais de 20 mestres cervejeiros, segundo a prefeitura da cidade.

“A nossa ideia é trazer cervejas diferenciada. A gente trouxe (para o Expocachaça) 15 cervejas diferentes, mas a gente só tem dez torneiras, então tem que revezar. A gente tem cerveja que vai de 4.6% até 15% de álcool, clara, escura, com framboesa, amarela, preta, marrom”, contou Sardinha, um dos donos da microcervejaria paulista.

A empresa é uma das que apostam em ingredientes inusitados, como casca de laranja e coentro, para conquistar o mercado mineiro.

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