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ECONOMIA

Dólar fecha primeira sessão de julho em alta por Grécia e dados dos EUA

01 julho 2015 - 18h15

G1

O dólar fechou em alta ante o real nesta quarta-feira (01), encerrando duas quedas seguidas, após o primeiro-ministro da Grécia, Alexis Tsipras, recomendar que a população rejeite o resgate internacional, dissipando o otimismo visto mais cedo diante de notícias de que o país estaria disposto a aceitar a oferta de seus credores.

A moeda norte-americana subiu 1,16% frente ao real, a R$ 3,1450 na venda. A moeda fechou junho e o segundo trimestre em queda.

"O mercado está confuso. Parece que o bom humor de manhã não era justificado", disse o operador de câmbio da corretora Intercam Glauber Romano.

Menos de 24 horas após escrever a credores se dizendo disposto a aceitar sua oferta se algumas condições fossem alteradas, o premiê grego, Alexis Tsipras, pediu em discurso na televisão aos gregos que rejeitem o resgate internacional em referendo neste fim de semana e descartou rumores de que pode adiar ou cancelar a votação.

Pela manhã, o bom humor com a Grécia já havia sido limitado por dados mais fortes que o esperado sobre o mercado de trabalho dos EUA. O setor privado norte-americano criou 237 mil vagas de trabalho em junho, o maior ganho desde dezembro e acima das expectativas de analistas, segundo dados da ADP.

Estados Unidos

O avanço também foi influenciado por dados mais fortes que o esperado sobre o mercado de trabalho dos Estados Unidos, que reforçaram a perspectiva de que os juros devem começar a subir em poucos meses na maior economia do mundo, o que pode atrair para os EUA recursos atualmente aplicados no Brasil.

Na quinta-feira, será divulgado o relatório de emprego do governo norte-americano, mais abrangente do que os dados da processadora de folhas de pagamento.

Investidores concentravam-se ainda na política de intervenções do Banco Central brasileiro. O BC deu início nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em agosto, vendendo a oferta integral de até 7,1 mil contratos, que equivalem a venda futura de dólares, ou cerca de 3% do lote total.

Se o BC mantiver o ritmo atual e vender a oferta integral até o penúltimo do mês, rolará 70% do lote total, equivalente a 10,675 bilhões de dólares. Essa fatia seria aproximadamente igual à do mês passado e operadores esperam que, se vir a oportunidade, o BC pode aproveitar para reduzir a oferta de contratos.

Na véspera, a moeda norte-americana recuou 0,33%, a R$ 3,1095 na venda, após cair 0,28% na véspera. No mês de junho, o dólar caiu 2,45%. Em 2015, contudo, a moeda acumula alta de 16,9%.

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