Menu
Busca quarta, 19 de setembro de 2018
(67) 9860-3221
ECONOMIA

Alimentos pressionam a inflação no início de junho

08 junho 2015 - 12h45

Agência Brasil

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) avançou, na primeira apuração de junho, 0,85%. Essa variação foi 0,13 ponto percentual maior do que a registrada no fechamento de maio quando a taxa alcançou 0,72%.

O levantamento, feito pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), refere-se à variação de preços coletados no período de 8 de maio a 7 de junho, comparados aos valores apurados de 8 de abril a 7 de maio.

O IPC-S calcula com agilidade mudanças de curso na trajetória dos preços em sete capitais do país: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Brasília. O indicador reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 33 salários mínimos.

Dos oito grupos pesquisados, cinco apresentaram acréscimos, com destaque para alimentação cujos itens ficaram em média 1,08% mais caros. A alta anterior foi 0,82%. Entre os itens alimentícios que mais contribuíram para esse aumento estão as hortaliças e legumes, com correção de 11,74%. A elevação anterior foi 9,58%.

Também registraram aumento de preços os seguintes grupos: despesas diversas, que passou de uma alta de 2,67% para 4,45%, sob a influência do reajuste nas apostas de jogos lotéricos (de 20,62% para 33,13%); educação, leitura e recreação, de 0,40% para 0,91%, com destaque para os ingressos em salas de espetáculo (de 2,23% para 5,26%), e transportes, de 0,09% para 0,12%, índice puxado pelo preço da gasolina (que subiu de -0,04% para 0,14%).

No grupo comunicação, o índice manteve-se em baixa de 0,04%, mas a queda foi menos expressiva do que no fechamento de maio quando havia recuado 0,07%. Essa oscilação reflete o recuo menos acentuado da tarifa de telefone residencial, que passou de -0,87% para -0,64%.

A habitação, que vinha pressionando a inflação, registrou decréscimo. A taxa passou de 0,81% para 0,68%. Neste caso, o resultado está associado a uma queda na pressão da tarifa de eletricidade residencial, que registrou aumento menor: de 2,07%, na apuração anterior, para 1,44%.

Também diminuiu o ritmo de alta em saúde e cuidados pessoais: o índice registrado foi 1,06%. A pesquisa anterior registrou 1,21%. A queda foi gerada pelo comportamento dos medicamentos, que tiveram elevação de 1,24%. No registro anterior, a elevação foi 1,92%.

O mesmo ocorreu em relação a vestuário que teve ligeira baixa no ritmo de correção ao passar de 0,86% para 0,85%. Neste grupo, a maior contribuição partiu dos acessórios (de 0,93% para 0,83%).

Deixe seu Comentário

Leia Também

ELEIÇÕES 2018
TRE-DF prepara urnas que serão enviadas ao exterior
ELEIÇÕES 2018
Candidato do PSOL ao governo diz que pretende encarar o crime organizado com tecnologia
NOVA ANDRADINA
Menor é detida após bater na mãe por não querer estudar
NEGÓCIOS
Sesi continua com inscrições abertas para credenciamento de prestadores de serviços
CONCURSO
Diário Oficial traz resultado preliminar da Prova de Digitação do concurso da Polícia Civil
SHOW
Dourados recebe Zé Ramalho dia 19 de outubro
JUSTIÇA
TJ considera Lei que proibia Uber inconstitucional e transporte se torna legal em Dourados
ESPORTE
STJD rejeita pedido do Palmeiras para impugnar final do Paulistão
DOURADOS
Quase 70% das compras do Dia das Crianças vão ocorrer na semana da comemoração
FAMOSOS
Nasce segundo filho de Wesley Safadão e Thyane Dantas

Mais Lidas

DOURADOS
Idoso encontrado morto na pedreira foi vítima de latrocínio
MS-164
Trio é flagrado com mais de 1t de maconha no Copo Sujo
DOURADOS
Colisão frontal mata passageiro de caminhonete e deixa três pessoas feridas
DOURADOS
Homem esfaqueado pelo filho morre no Hospital da Vida