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Dólar opera no menor valor em quase três anos

14 fevereiro 2005 - 15h28

O dólar comercial retomou a segunda etapa dos negócios em queda de 0,84%, cotado a R$ 2,582 na compra e a R$ 2,583 na venda. O Banco Central (BC) decidiu entrar no mercado e fez leilão, entre 14h57 e 15h07. No momento do anúncio, o dólar já valia R$ 2,581 para a compra e R$ 2,582 para a venda, uma queda de 0,88%. A moeda foi comprada a R$ 2,584, de acordo com operadores. O lote mínimo no leilão foi de US$ 1 milhão. A liquidação da operação será no dia 16. . Em seguida, o dólar desacelerou levemente a queda para 0,77%, a R$ 2,585 - cotação que era mantida às 15h20. Na abertura, a divisa chegou a R$ 2,584, o patamar mais baixo durante os negócios desde 4 de junho de 2002. Análises:"A perspectiva (de alta) da taxa de juros, o dólar caindo frente a outras moedas, risco-país baixo, fluxo positivo, todos esses fatores estão colocando o dólar para baixo", disse Júlio César Vogeler, operador de câmbio da corretora Didier Levy. No cenário externo, o dólar perdia terreno frente ao euro, ao iene, ao franco-suíço e à libra após dados japoneses enfatizarem o desequilíbrio entre os superávits comerciais asiáticos e os déficits norte-americanos. Outro fator que favorecia a valorização do real nesta sessão era a expectativa em torno da decisão do Banco Central sobre a taxa de juros, que sai na quarta-feira. Analistas acreditam que o aumento pode ser de 0,50 ponto percentual. De acordo com Jorge Kattar, responsável por derivativos do Rabobank, os dados de inflação divulgados nesta manhã reforçam essa previsão. "O IPCA reforça a possível alta de 0,50 ponto essa semana e, com os juros altos, o dólar cai mesmo", disse. A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em janeiro para 0,58% - em linha com o esperado por economistas. Com os fortes ingressos de recursos, a tendência do dólar é perder ainda mais terreno frente ao real e analistas esperam uma atuação mais firme do Banco Central. "Os leilões (de compra de moeda) não têm sido suficientes para impedir a queda do dólar, eles só ajudam a desacelerar", argumentou Kattar. 

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