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Dólar bate R$ 3 com fim da ração diária e Ibope

09 agosto 2002 - 09h39

O dólar comercial e o risco Brasil voltaram a subir no início dos negócios de hoje, após a reação otimista de ontem ao acordo de US$ 30 bilhões entre o Brasil e o FMI (Fundo Monetário Internacional) anunciado na última quarta. A Bovespa cai nesta manhã 1%, aos 10.211 pontos.
NO início dos negócios, a moeda americana abriu em alta de 2,30%, vendida a R$ 2,977. Depois de 25 minutos de transações, já atingia a máxima de R$ 3,003, uma valorização de 3,19% em relação ao fechamento de ontem (R$ 2,91).
Às 9h20, o dólar era negociado a R$ 2,98, uma alta de 2,40%. Ontem, a moeda caiu abaixo de R$ 3, após nove pregões acima desse valor. A moeda caiu 3,48% para R$ 2,91. A tranquilidade se confirmou com o novo acordo entre o Brasil e o FMI.
O risco Brasil caiu 7,3%, para 1.778 pontos. Mas hoje o indicador, medido pelo banco JP Morgan, começou o dia em alta de 7,3% aos 1.889 pontos. O C-Bond, principal título da dívida brasileira, perde 3,94% para US$ 0,57875.
Para o diretor da corretora Pioneer, João Medeiros, há pelo menos três motivos para explicar a abertura pressionada do dólar hoje.
Primeiro, o mercado voltou a ficar seco de dólares. Ontem, o Banco Central suspendeu as vendas diárias de US$ 50 milhões que vinham sendo feitas nas últimas semanas.
Segundo, algumas empresas locais e multinacionais aproveitaram a queda das cotações ontem para comprar a moeda para rolagem de dívidas ou remessa de lucros.
Terceiro, o candidato à Presidência da República José Serra (PSDB), preferido pelo mercado por considerá-lo a continuidade da atual política, está em situação de empate numérico com Anthony Garotinho (PSB) na disputa pelo terceiro lugar.
Ontem, foi divulgada a primeira pesquisa de um dos grandes institutos realizada depois do debate de domingo na TV Bandeirantes.
O levantamento do Ibope mostrou que o único candidato a se movimentar fora da margem de erro foi Serra, que caiu de 14% para 11%.
Isolado em segundo lugar, Ciro Gomes (PPS) subiu dois pontos. Está com 27%, seis pontos atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que passou de 34% para 33%.

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