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Direção do Timão admite possibilidade e negociar Tevez

23 agosto 2006 - 11h41

No desembarque em Caxias do Sul, onde o Corinthians enfrenta nesta quarta-feira o Juventude, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro, o presidente do alvinegro, Alberto Dualib, admitiu a liberação do atacante Carlitos Tevez e afirmou que o caso do argentino está entregue ao departamento jurídico do clube. "Nossa posição até hoje tem sido de não liberá-lo. Mas nós entregamos a questão ao jurídico para ver o que pode ser feito dentro da lei", disse em entrevista à Rádio Jovem Pan. "Precisamos analisar bem o caso, e se uma transferência for de interesse do clube, do jogador e da parceria, não posso dizer que desta água não beberei", completou o mandatário do Timão. Caso a MSI decida pela venda do atacante Carlitos Tevez, o jogador só pode deixar o Corinthians se o presidente assinar o contrato. "Não tem outra maneira de um jogador sair do clube se o presidente não assinar. Nós precisamos analisar". Questionado se o clube estuda dar uma punição ao jogador, Dualib reafirmou que o sumiço de Tevez está sendo analisado pelo jurídico e que não pode antecipar nenhuma decisão. "Cabe uma punição uma vez que o clube não foi consultado sobre a viagem dele. Ele estava acostumado a viajar para a Argentina às segundas-feiras e foi no embalo. Existe uma lei especial nestes casos, mas não gostaria de antecipar nada porque não estou bem a par das medidas da lei". Sobre uma possível briga entre o técnico Emerson Leão e o atacante argentino, Dualib afirmou que não houve qualquer desentendimento entre os dois. "Não houve nada. Eu posso assegurar que eles não brigaram. Na concentração eles brincaram, os dois demonstraram muito bom humor. Realmente não houve nenhuma divergência", ressaltou. Em relação a propostas de clubes do exterior, especialmente do Manchester United, o presidente do Timão disse que não recebeu qualquer proposta. "Não houve nada. Não sei de onde surgiram estas notícias. Cada dia aparece mais um clube interessado, não é o primeiro, deve ser o décimo. Mas não chegou nada até a gente e não houve nada do Manchester nem de qualquer outra equipe".Outro sumiço, o do presidente da MSI, Kia Joorabchian, também foi destacado por Dualib. "Conversei com o Kia dois dias antes da contratação do Leão, que ele aprovou, e depois ele perdeu o pai e não falamos mais". Sobre a informação de que o iraniano estaria vendendo sua parte na parceria, Dualib mostrou desconhecimento. "Não temos esta informação. Mesmo porque, se houver qualquer mudança contratual, nós precisaríamos estar de acordo. Por isso eu acredito que não deve estar acontecendo isso", declarou. Quanto a uma carta que os atletas teriam recebido de Kia e que o técnico Leão teria vetado a leitura, o dirigente não deu importância ao fato. "Para ser sincero, eu nem vi esta carta. Ela foi enviada aos jogadores, para o Betão, e talvez não tenha sido lida na íntegra devido ao tempo, já que foi antes da partida contra o Botafogo. Estão fazendo um cavalo de batalha e não tenho nada a acrescentar sobre este episódio, que está ultrapassado", finalizou.  

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