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MÚSICA

Vivendo em SP, cantora de MS vem ao Estado lançar 1º disco solo

05 setembro 2019 - 11h45Por Da Redação

Paula Mirhan volta à sua terra natal para mostrar seu mais novo trabalho: Petróleo, primeiro CD solo da cantora corumbaense que vive no estado de São Paulo há 18 anos. O show de pré-lançamento do CD tem forte caráter cênico e performático. No palco, Paula Mirhan (voz), Rui Barossi (baixo elétrico e acústico) e André Bordinhon (guitarra e violão), artistas que além de compartilhar a paixão pela música, flertam com a linguagem teatral em suas trajetórias pessoais.

A cantora sul-mato-grossense é uma das atrações do FliSesc (Festa Literária Sesc MS), que acontece entre os dias 12 e 14 de setembro. no Sesc Cultura, em Campo Grande.

Os arranjos musicais do novo trabalho foram todos pensados para uma formação de trio,buscando uma sonoridade que parte da MPB e mistura elementos do rock e do jazz contemporâneo. André,Rui e Paula se utilizam de pedais para manipular o som e criar efeitos do CD em tempo real. Esses efeitos tem a função de ampliaras diferentes sonoridades que podem compor o show, sobrepondo camadas sonoras,dando a possibilidade de poder ser, ora singelo e delicado, ora agressivo,cheio de informações. São camadas e mais camadas reveladas a cada canção, trazendo à tona uma avalanche de sentimentos e reflexões sobre o ódio. 

Além das músicas do CD, o show conta também com releituras que fazem parte da trajetória da cantora, como: Chalana, de Mário Zan, Noite Tortade Itamar Assumpção, Malandragem de Frejat e Cazuza, entre outras. Um show que traça fios entre a esfera pública e o foro íntimo,que faz ver, ouvir, cantar junto, segurar forte na cadeira e repensar as estruturas das nossas próprias emoções.

O tema desse trabalho

O combustível que deu início a esse projeto foi o ódio que, assim como outros afetos, faz parte de nossas relações diárias pessoais, coletivas e consequentemente políticas.Petróleo é a metáfora desse ódio que fica sendo fermentado debaixo de camadas e mais camadas e que, quando vem à tona é explosivo, mas também combustível. Como o ódio pode ser também gerador de movimentos transformadores numa sociedade? Paula não propõe uma ode ao ódio, mas sim a uma reflexão sobre ele e sobre as transformações que ele gerou e ainda geram nela como mulher e artista, em seu trabalho e vida nesse momento. Também é sobre como os afetos se transformam, se misturam e nos tornam seres complexos, seres políticos. 

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