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SAÚDE

Repórter da Record dispensa peruca e revela câncer em rede nacional

12 junho 2018 - 19h35Por Metrópolis

A repórter Heloisa Villela demonstrou que sua coragem não fica restrita às reportagens que faz na TV Record. A experiente jornalista, que já trabalhou na Globo por 15 anos, descobriu um câncer de mama em estado avançado em 2017.

Além de não deixar de trabalhar, Vilela desistiu de usar peruca para esconder a queda dos cabelos, apresentando o Domingo Espetacular com um corte bem curto e grisalho. Ao jornalista Daniel Castro, do Notícias da TV, Heloisa afirmou que está curada.

“Em princípio, eu estou [totalmente curada]. Porque não tenho nenhuma mancha suspeita, nenhuma massa estranha que possa ser câncer, os exames todos que eu fiz indicam que no momento eu estou livre da doença. Mas ainda é uma fase muito recente do tratamento para afirmar isso. Estou sendo acompanhada mais intensamente, a cada seis meses vou fazer uma série de exames, porque eu faço parte dessa pesquisa”, contou.

Na conversa, a repórter comentou sobre a decisão de assumir os fios brancos diante das câmeras.  “Ninguém [na TV] nunca me falou que eu não podia [deixar os cabelos brancos]. Mas é uma coisa meio do Brasil. As mulheres têm que parecer novinhas, não podem ter cabelo branco. Não ia pegar bem”, disse ela.

A correspondente internacional não negou o sofrimento trazido pela descoberta da doença e abriu o coração sobre o que sentiu naquele momento. “Imediatamente o susto é grande. Por sorte, na semana em que eu descobri, meu filho não estava em casa, estava viajando com o pai, numa colônia de férias. Não tinha ninguém em casa. Então eu chorei a semana inteira. Eu chorava e parava, parava e chorava. Você começa a pensar em tudo o que você vai passar e não sabe se vai ter uma solução, se vai morrer por causa da doença”, explicou.

“A primeira semana é a pior possível, a pior de todas, sem dúvidas. Pior do que qualquer quimioterapia que eu fiz. Muito pior. É a semana do impacto da notícia. E aí, quando ela foi se aproximando do fim, eu só queria saber de marcar exames e fazer coisas. Pra mim, o único conforto era agir, para pelo menos saber que estava lutando”, completou.

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