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Contas públicas fecham janeiro com saldo recorde

28 fevereiro 2005 - 15h26

O Brasil registrou em janeiro um superávit fiscal recorde para o mês, impactado por uma forte arrecadação de tributos em meio à alta atividade e por uma retração sazonal das despesas. No mês passado, o setor público consolidado fez um superávit primário de R$ 11,37 bilhões, bem acima do dado de R$ 6,95 bilhões registrado em igual período de 2004, informou o Banco Central nesta segunda-feira. "As finanças públicas mostram todo o comprometimento com o saneamento fiscal", disse a jornalistas o chefe do departamento econômico do BC, Altamir Lopes, ao destacar que todas as esferas do governo - central, estadual e municipal - tiveram resultados recordes para o mês. Segundo Lopes, o resultado de janeiro foi influenciado pela forte atividade econômica, que infla a arrecadação de impostos, e pelo fato de a execução orçamentária ser tipicamente menor no início do ano. Ele lembrou ainda que, neste ano, a execução dos municípios foi ainda mais lenta, já que mudaram os prefeitos. Dívida em queda Com o superávit primário feito no mês, a relação dívida/PIB fechou janeiro em 51,5%, contra 51,9% em dezembro. Lopes prevê que essa leitura fique estável em fevereiro ou apresente uma ligeira queda, considerando um câmbio relativamente estável. Ele destacou, ainda, a queda da sensibilidade da dívida à variação cambial, como consequência da redução da parcela dos vencimentos atrelada ao câmbio. Em janeiro do ano passado, uma variação de 1% no câmbio provocava uma variação de 0,22 ponto percentual na dívida. Essa relação caiu para 0,11 ponto em janeiro deste ano, disse Lopes. O déficit nominal foi de 2,48% do PIB nos últimos 12 meses até janeiro - a menor leitura da série histórica, inicidada em 1991, para todos os meses -, comparado a déficit de 2,68% do PIB até dezembro. O governo central teve um superávit de R$ 8,507 bilhões em janeiro. Os governos estaduais apuraram superávit de R$ 2,119 bilhões e os municipais, de R$ 1,144 bilhão. Todos são resultados recordes para o mês. Já as estatais registraram um déficit de R$ 398 milhões. 

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