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CULTURA

Com orquestra de harpas, muita música e dança, 3º Festival Cultural do Chamamé foi destaque em público e negócios

14 outubro 2019 - 17h20Por Da Redação

Um grande sucesso de público e de vendas que superou até mesmo o mau tempo. O 3º Festival Cultural do Chamamé de Mato Grosso do Sul, realizado de 9 a 13 de outubro em Campo Grande –durante o feriadão de Criação do Estado e Dia de Nossa Senhora Aparecida–, superou todas as expectativas de seus organizadores, reunindo mais de 30 mil pessoas nas diferentes atividades realizadas pela Capital e que, na noite de sábado (12), transformou a Praça do Rádio em um verdadeiro baile a céu aberto, reunindo o melhor das expressões culturais do Estado, da Argentina e do Paraguai.

O saldo do evento mostra sua evolução já em sua terceira edição. O público foi mais de 100% superior às expectativas para este ano. Não apenas nos bailes abertos ao público, mas nas diferentes atividades promovidas –como o Seminário de Integração Cultural que, mesmo com a troca de local para o auditório da Fertel (Fundação Luiz Chagas de Rádio e TV Educativa de Mato Grosso do Sul), teve as vagas preenchidas. E que contou também com palestra do maestro Cesar Frete em abordagem sobre a Cultura Guarani Nativa e Identidade Cultural.

No domingo (13), um grande público se emocionou com apresentações de dança e de música, com Escuelas de Arpas y Guitarras de Pedro Juan Caballero (Paraguai). Crianças com 9 anos de idade mostravam intimidade com instrumentos musicais que entoaram a expressão da mais pura latinidade.

Fora dos palcos, as feiras de artesanato e gastronômica também comemoraram os bons resultados. Amada e Yandré Sanchez retornaram ao Paraguai depois de ter vendido praticamente todo o estoque de Ao Po’i pois (o bordado de Ao Po’i, “tela fina o prenda delicada” em guarani, surgiu no século 19 em Yataity, Guairá, no centro do Paraguai, e é resultado de criatividade e engenhosidade a mulher paraguaia na confecção).

“Foram mais de 700”, comemorou Amada, surpresa com a aceitação das peças masculinas e femininas. Já a chef Batatinha de Souza viu o estoque de iguarias –como a comida de comitiva e o arroz carreteiro “made in MS”– esgotar já no terceiro dia do festival.

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