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Clássico vê objetividade santista contra firula corintiana

13 fevereiro 2005 - 09h17

O Corinthians gosta da firula, o Santos da objetividade. Em campo, o clássico deste domingo, às 16h, na Vila Belmiro, terá isso como um de seus ingredientes principais. De um lado, o Santos finalizador e objetivo, e do outro o Corinthians driblador e fominha. Até o início desta rodada, o time comandado por Oswaldo de Oliveira tinha o quarto melhor ataque, com 13 gols. Isso se deve ao "bombardeio" sobre os rivais. O time tem média de 8,3 arremates ao gol por jogo, segundo o Datafolha, o melhor índice do torneio. O principal finalizador santista é o atacante Deivid, com 3,7 chutes por partida. Não é a toa que o jogador divide com o atacante Robinho a artilharia da equipe, ambos com quatro gols. Em compensação, o time da Vila Belmiro não poderá contar com o meia Ricardinho, terceiro melhor passador do Santos (37,7 passes certos por partida), que vai ficar duas semanas fora dos campos devido a uma contusão na panturrilha direita. "A maior perda do Ricardinho será na organização do time", lamentou Oliveira, que tem as seguintes opções para a vaga no meio: Fábio Baiano, Tcheco, Paulo César e Luis Augusto. Fábio Baiano ainda é dúvida. O ex-corintiano se queixa de dores no tornozelo esquerdo. Apesar disso, o treinador santista pretende manter o esquema 4-4-2, com Deivid e Robinho à frente e Domingos e Ávalos, que volta após ter sido poupado no empate sem gols com o Guarani, atrás. "Temos de dar ênfase à presença de Robinho no nosso time. Além disso, teremos de anular os jogadores do Corinthians, dentre os quais o Tevez, que terá uma atenção especial na partida por ser um jogador que desequilibra", afirmou Oliveira, que volta a colocar Mauro no gol após ter testado Henao na rodada passada. Uma das armas corintianas para se desvencilhar da ameaça santista de marcação são as fintas. O Corinthians é a equipe que mais dribla neste Paulista, média de 15,7 por partida. O atacante Gil, de volta ao time, lidera esse fundamento, com 6,8 dribles por jogo. "A característica do time é essa. Temos muitos jogadores dribladores, e isso na maioria das vezes é bom, mas atrapalha também", justificou o meia Dinélson. Enquanto os corintianos se tornam "fominhas", o time, em contrapartida, deixa de marcar gols: só foram oito em seis rodadas. "O time se comporta como se tivesse uma namorada nova: quer fazer tudo de uma vez. Não pode ser assim. Temos de ter mais calma", diz o técnico Tite. A única vantagem das "firulas" é que, com a bola mais tempo nos pés, o time também se resguarda na defesa. O Corinthians é a equipe que menos gols sofreu: quatro. E assim como Oliveira, o técnico corintiano, Tite, também deve repetir o tradicional 4-4-2, com Gil recuado, na armação das jogadas ao lado de Dinélson, com função de servir Jô e Tevez.

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