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AGRARIAN

Revista de universidade local é destaque na área de ciências agrárias

25 outubro 2017 - 18h05

As revistas científicas são uma das formas de divulgar o conhecimento produzido por pesquisadores das diferentes instituições. As revistas dão visibilidade para novas teorias, metodologias, linhas de trabalho e resultados atingidos pelos pesquisadores, e essa troca de conhecimento serve de base para novos experimentos e descobertas.

Na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), a revista científica mais tradicional é a Agrarian, lançada em 2008. Atualmente, ela é uma revista bastante conhecida e citada por pesquisadores no Brasil, sendo avaliada como Qualis B3 em Ciências Agrárias.

A Agrarian é uma publicação bimestral, e em cada edição traz 12 artigos. Os trabalhos publicados podem ser da área de fitotecnia, de engenharia agrícola, de ciências do solo, de ciências de alimentos, de zootecnia ou de recursos pesqueiros.

Pesquisadores de todo o Brasil enviam artigos para a revista, o que reforça seu prestígio na comunidade científica.

“Em uma reunião com os editores de seção, verificamos que os trabalhos que recebemos não se restringem a produções de estudantes e docentes da UFGD ou egressos daqui. Atualmente, menos de 20% dos trabalhos submetidos à revista são ‘da casa’ - e isso não significa que não tenhamos produção intelectual excelente. Acontece que, além de termos muitos bons artigos produzidos na UFGD, nossa revista tem visibilidade e procura em nível nacional”, explica a editora da revista Agrarian, professora Claucia Aparecida Honorato da Silva.

Claucia destaca que, apesar do grande volume de artigos submetidos para a revista, a equipe editorial está bastante organizada. “Nosso fluxo de trabalho está normalizado, ou seja, quando um pesquisador envia um artigo inédito nós avaliamos e respondemos em um prazo médio de dois meses”, informa a docente da Faculdade de Ciências Agrárias (FCA/UFGD).

Conforme a professora, a área mais procurada para publicação é a de fitotecnia, pois é um campo de pesquisa bastante consolidado e tradicional no Brasil. “Isso porque temos muitos cursos de Agronomia no país. Se formos comparar, Agronomia é um curso antigo em relação a outros cursos de ciências agrárias. Por isso temos mais pesquisadores na área, e consequentemente, mais publicações. Para se ter uma ideia, na área de fitotecnia temos artigos aprovados para todas publicações da Agrarian de 2017 e de 2018”, avisa.

“Agora estamos fazendo um trabalho de divulgação nas demais áreas de conhecimento, para que a Agrarian seja mais procurada para publicação, mas também mais citada por grupos de pesquisa diversos. Estamos buscando maior inserção entre pesquisadores que trabalham com outros temas: produção animal, irrigação, a cadeia produtiva do pescado, pesquisas sobre alimentos, entre outros”, exemplifica Claucia.

Projeção internacional

Ao identificar que a Agrarian já alcançou reconhecimento entre a comunidade de pesquisadores brasileiros, a equipe editorial começa a planejar o próximo passo: internacionalizar a revista.

“Temos como objetivo melhorar o Qualis da revista. Para isso, traçamos um planejamento a médio prazo para internacionalizar a Agrarian. Já estamos fazendo contatos com pesquisadores de outros países na área de ciências agrárias, mas estamos fazendo essa transição a um outro nível de forma gradual. Pois internacionalizar significa aumentar a demanda de trabalho, além de implicar na necessidade de editores de seção e revisores que dominem língua estrangeira. É necessário tempo, dedicação e compromisso”, explica a professora.

Conheça a revista e acesse artigos clicando aqui

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