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CAMPO GRANDE

Prisão de Puccinelli é preventiva por desdobramento da 'Papiros de Lama'

20 julho 2018 - 08h58Por Da Redação

A prisão do ex-governador André Puccinelli (MDB) ocorrida na manhã desta sexta-feira (20/7) em Campo Grande é preventiva. Ela foi decretada pelo juiz Bruno Cezar da Cunha Teixeira, da 3ª Vara da Justiça Federal no dia 18 de julho. De acordo com o site Campo Grande News, além do ex-governador, foram presos o filho dele, André Puccinelli Junior e o advogado João Paulo Calves.

O advogado Renê Siufi, que cuida da defesa de Puccinelli, disse que está avaliando o decreto de prisão para entrar com um pedido de habeas corpus para liberar o seu cliente.

Em entrevista ao Campo Grande News, o advogado disse que o juiz acatou os mesmos argumentos da prisão anterior, como parte dos desdobramentos da Operação Lama Asfáltica, que investiga o desvio de recursos usados em obras públicas. 

As investigações começaram em 2015 e já resultaram, também, nas prisões do ex-deputado federal Edson Giroto e do empresário João Amorim, dono da Proteco, empreiteira envolvida em diversos empreendimentos sob suspeita. Ambos estão presos desde maio, em Campo Grande.

A nova prisão de Puccinelli, conforme a informação do defensor, tem relação, ainda, com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) que mandou para Giroto e Amorim para a cadeia, a pedido do MPF (Ministério Público Federal).

O pedido de habeas corpus para tentar livrar Puccinelli da prisão será apresentado ao TRF3 (Tribunal Regional Federal) da 3ª Região, sediado em São Paulo, o mesmo que colocou o ex-governador em liberdade em novembro do ano passado, quando ele foi preso sob os mesmos argumentos de agora.

A primeira prisão de Puccinelli ocorreu no dia 14 de novembro do ano passado. Ele e o filho foram presos preventivamente, durante a 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, a Papiros de Lama, após delação premiada do pecuarista Ivanildo Miranda ao MPF. 

O empresário, segundo a delação, afirma ter repassado R$ 20 milhões a André a título de propina da empresa JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. Ivanildo revelou, ainda, um esquema de propina mensal que vigorou de 2006 a 2013, envolvendo frigoríficos e pelo menos sete empresas, que “esquentavam” notas.

 

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