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Polícia faz reconstituição de briga que terminou com morte de pai e filho

11 julho 2019 - 21h35Por Da redação

Equipes da 6ª Delegacia de Polícia Civil e do GOI (Grupo de Operações e investigações) realizaram nesta quinta-feira, dia 11 de julho, a reconstituição do assassinato de Carlos Mendes Figueiredo, de 42 anos e o filho dele, Bruno Pierri Figueiredo, de 22 anos. O crime aconteceu durante uma briga por causa da limpeza de um terreno, no dia 10 de fevereiro no Portal Caiobá, em Campo Grande.

As equipes chegaram ao terreno no fim da tarde, mesmo horário que a briga começou. A mulher de Bruno Pierri, que estava com ele no dia e é uma das principais testemunhas do assassinato, foi a primeira a indicar a polícia como tudo aconteceu. Dando detalhes da versão que contou em depoimento.

Os suspeitos, Ângelo Demisque Siqueira e Nestor Demisque Siqueira, vieram em seguida, escoltados pelos policiais civis. Ângelo está preso desde março e aguarda julgamento no Instituto Penal de Campo Grande. Nestor também foi detido, mas teve a prisão preventiva revogada e responde em liberdade.

A reconstituição foi autorizada pelo juiz da 2º Vara do Tribunal do Júri, Aluizio Pereira dos Santos, para esclarecer pontos de dúvida na investigação, entre eles, se uma das vítimas foi esfaqueada pelos autores. Nos depoimentos, os dois suspeitos negam ter usado uma faca para ferir pai e filho.

Para refazer o dia do crime, as equipes interditaram duas quadras da Rua Luiz Filinto da Silva. Toda a ação foi acompanhada de longe por moradores e familiares de Bruno e Carlos. “Ninguém da família sabia, nem a viúva do meu tio. Estava passando aqui, vi as viaturas chegarem e perguntei o que era”, contou um sobrinho de Carlos, que preferiu não se identificar.

Entenda - Carlos e o filho foram assassinados a tiros após uma discussão por causa da limpeza de um terreno. Ao site Campo Grande News a família contou que o crime aconteceu no local em que o rapaz iria construir uma casa para morar com a namorada e a filha, de 3 anos.

Para começar as obras no terreno, o casal foi ao local na tarde do dia 10. Juntos, limparam o local, juntaram o mato e mais tarde voltaram para atear fogo. A situação incomodou os vizinhos e um deles, começou a reclamar.

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