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LAMA ASFÁLTICA

PF diz que prisão foi baseada em novas provas contra Puccinelli

20 julho 2018 - 10h37Por Adriano Moretto

A Polícia Federal disse que a prisão do ex-governador e pré-candidato ao governo de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (MDB), na manhã desta sexta-feira (20/7), se baseou em novas provas dentro da 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, denominada Papiros de Lama, desencadeada em novembro do ano passado.

Além dele, o filho André Puccinelli Júnior e o advogado João Paulo Calves, acabaram presos também. 

Os mandados foram expedidos na quarta-feira (18/7) pela 3ª Vara Federal de Campo Grande. 

As ações ocorreram a pedido do Ministério Público Federal com o fundamento na  decisão proferida pelo Supremo Tribunal Federal, em maio de 2018, relativa à 5ª Fase da Operação Lama Asfáltica, a qual havia determinada a prisão preventiva de outros oito réus do mesmo caso.

No processo, conforme nota encaminhada pela PF, foram juntadas novas provas constantes em relatórios elaborados pela Polícia Federal, Controladoria Geral da União e Receita Federal, tais como de movimentações bancárias da empresa Instituto Ícone do Direito relativas ao dinheiro proveniente da JBS. 

O relato se deu após análises de materiais apreendidos no Instituto durante a Papiros de Lama, deflagrada em 14 de novembro de 2017. 

Na época, os três presos desta sexta já haviam sido levados à sede da Superintendência da PF na Capital.  Os presos passaram por exames no IML (Instituto Médico Legal).

Papiros de Lama

A primeira prisão de Puccinelli ocorreu no dia 14 de novembro do ano passado, quando ele, o filho e João Paulo Calves foram presos preventivamente, durante a 5ª fase da Operação Lama Asfáltica, a Papiros de Lama, após delação premiada do pecuarista Ivanildo Miranda ao MPF. 

O empresário, segundo a delação, afirma ter repassado R$ 20 milhões a André a título de propina da empresa JBS, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. 

Ivanildo revelou, ainda, um esquema de propina mensal que vigorou de 2006 a 2013, envolvendo frigoríficos e pelo menos sete empresas, que “esquentavam” notas.

 

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