Menu
Busca segunda, 10 de dezembro de 2018
(67) 9860-3221
NATUREZA

Pela primeira vez em 43 anos MS registra 100 desastres naturais

11 setembro 2017 - 18h50

Mato Grosso do Sul registrou pela primeira vez, desde 1974, a marca histórica de 100 ocorrências naturais causadas por algum fenômeno climático. O centésimo registro de desastre, no período de janeiro a setembro de 2017, ocorreu nesta segunda-feira na cidade de Paranhos, causado por um incêndio florestal.

A informação foi repassada pelo coordenador-adjunto da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (Cedec), tenente-coronel Fábio Catarinelli. Ele explicou que desde 2012 a Secretaria Nacional de Defesa Civil disponibiliza de um sistema integrado de informações de desastres, que possibilita o monitoramento de ocorrências naturais ou humanas em todo o País.

"O acompanhamento da incidência de registros de desastres é um indicativo não apenas das mudanças climáticas que vem ocorrendo, mas, também, do comportamento e aprimoramento da gestão pública em relação às ações de defesa civil", disse Catarinelli.

Segundo ele, o registro de 100 ocorrências no Estado demonstra, também, que existe um sistema estadual operando e vigilante, numa integração entre o governo estadual e os municípios. "A Cedec tem promovido a capacitação de agentes locais a operar o sistema", explicou.

Importância do registro

Os primeiros registros de desastres naturais o Estado datam de 1974 e eram ainda incipientes. Naquele ano, foram registradas nove ocorrências, sendo a primeira em 23 de janeiro, uma inundação em Dois Irmãos do Buriti. No ano de 2011, foram 82 registros, e em 2005, 73.

As 100 ocorrências de janeiro a setembro incluem, além do incêndio florestal em Paranhos, casos de deslizamentos, chuvas de granizo, alagamentos, Enxurradas, estiagem, temporais, tornados, vendaval, voçoroca, geadas e incêndios em aglomerados residenciais.

O coordenador-adjunto da Cedec ressaltou a importância de a coordenação de defesa civil do município fazer o registro de algum desastre, de pequena ou grande intensidade, para que a prefeitura possa justificar a captação de recursos para obras preventivas.

"Mesmo que não seja uma ocorrência de grandes proporções ou que justifique a tomada de uma situação de alerta ou emergência, é fundamental que o município registre o desastre para tomada de ações futuras. O desastre é simultaneamente registrado pelo sistema nacional e pelo Estado", explicou Catarinelli.

Deixe seu Comentário

Leia Também

IMPRENSA
Sindicato dos Jornalistas da Grande Dourados completa 29 anos de luta
CORUMBÁ
Homem perde perna e braço após ser atropelado por trem
DOCUMENTO
Carteira de Motorista com chip é adiada para o final de 2022
EDUCAÇÃO
Inscrições para o Vestibular indígena Teko Arandu começam nesta segunda
FACILIDADE
Pedidos de indenização do DPVAT podem ser feitos por smartphone
BRASIL
Em diplomação, Bolsonaro pede confiança daqueles que não votaram nele
POLÍCIA
Dados da Sejusp apontam redução da criminalidade em MS neste ano
ECONOMIA
Dólar fecha em alta e sobe a R$ 3,92, com temores de desaceleração global
DINHEIRO PÚBLICO
Decreto torna mais rígida a tramitação de processos de licitação em Dourados
PANTANAL
Pedágio na ponte sobre o rio Paraguai é reajustado

Mais Lidas

VIOLÊNCIA
Idosa é espancada, esfaqueada e vai parar na UTI após assalto em Dourados
DOURADOS
Criança morre no HV três dias após ser atropelada na Cachoeirinha
DOURADOS
Dupla é presa por tráfico de drogas na Vila Mariana
INVESTIGAÇÃO
Brasileira desaparecida na Austrália é encontrada morta em praia