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LEVANTAMENTO

MS tem a 4ª menor desigualdade social do Brasil

06 dezembro 2018 - 13h35Por Da Redação

Mato Grosso do Sul está entre os estados brasileiros com menor desigualdade social e percentual de pessoas na linha de pobreza, de acordo com a Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada nessa quarta-feira (5.12) pelo IBGE.

O Estado obteve o quarto menor Índice Gini em 2017, na frente apenas de Santa Catarina (0,421), Rondônia (0,455) e Mato Grosso (0,481). É um dado para se comemorar, já que o Gini funciona como um termômetro da desigualdade. Quanto menor o índice, menor a desigualdade.

Criado pelo matemático italiano Conrado Gini, o índice é um instrumento para medir o grau de concentração de renda em determinado grupo. Ele aponta a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos, variando de zero a um.

O valor zero representa a situação de igualdade, ou seja, todos têm a mesma renda. O valor um está no extremo oposto, isto é, uma só pessoa detém toda a riqueza.

Mato Grosso do Sul também figura com o 8º menor percentual de pessoas na linha de pobreza. Em 2017, 18,9% da população do Estado recebia até US$ 5,5 por dia, valor considerado como linha da pobreza para o Brasil.

A diminuição da pobreza passa pela geração de oportunidades, muitas vezes proporcionada pelo poder público. O Governo do Estado tem vários programas para possibilitar formação profissional e fomento de renda como o Rede Solidária, com duas unidades em bairros carentes de Campo Grande.

As unidades Ruth Cardoso, no bairro Dom Antônio Barbosa, e Íria Leite Vieira, no Jardim Noroeste, promoveram o desenvolvimento de mais de 100 mil pessoas através de educação, cultura, esporte, lazer e serviços de proteção social e formação profissional.

Entre os programas sociais do Governo estadual estão ainda o Vale Universidade e o Vale Universidade Indígena, que dão mais oportunidade de acesso ao ensino superior beneficiando cerca de dois mil jovens todos os anos.

Por meio do programa, o Estado paga até 70% do valor da mensalidade na universidade privada e a instituição oferece dedução de mais 20%, ficando apenas 10% para o aluno pagar.

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