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PESQUISA NACIONAL

Mesmo com problemas no atendimento, 1/3 da população de MS possui plano de saúde

02 junho 2015 - 11h54

A segunda parte da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde) divulgada na manhã desta terça-feira (2) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que pouco mais de um terço da população de Mato Grosso do Sul, (33,9%) paga algum tipo de plano de saúde. Os dados apresentados pela pesquisa são de 2013.

Apesar de pequena, a quantidade credencia o Estado como o quarto maior no país nos números de contratação do serviço, ficando acima da média nacional, que é de 27,9% e da região Centro-Oeste, 30,4%.

Em relação ao ranking, São Paulo lidera com 42,1% da população utilizando os serviços, seguido pelo Distrito Federal, com 39,1% e Rio Grande do Sul, onde 36,6% da população tem convênio particular.

BAIXA QUALIDADE NO SERVIÇO

A baixa quantidade de pessoas utilizando esses planos pode estar ligada a pouca eficiência no atendimento, além dos valores cobrados pelas administradoras.

A situação típica foi mostrada no início do ano pelo Dourados News.

Na época, uma pesquisa foi realizada em diversas clínicas da cidade e para se conseguir agendar consulta pela Unimed, o paciente precisava aguardar até um ano. O caso específico se dava em relação à contratação de neuropsiquiatria, [relembre aqui](http://www.douradosnews.com.br/dourados/consulta-pela-unimed-em-dourados-pode-demorar-ate-um-ano).

Em outras especialidades das áreas de ginecologia e ortopedia, por exemplo, a espera era de 45 dias.

Durante entrevista ao Dourados News em fevereiro, a advogada e diretora da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no município, Daniely Heloíse Toledo, afirmou que as prestadoras de serviço estariam ‘capengando’ no país e entre elas, as de planos de saúde. Ente os fatos citados estariam a falta de contato pessoal e a burocracia.

“De forma geral, a prestação de serviços está problemática, está “capenga”, tudo que você vai buscar tanto nesta situação –telefonia-, quanto na dos planos de saúde, ou na parte administrativa demora para solucionar, é muito burocrático. Hoje não tem mais a pessoalidade, é tudo via telefone, via internet, então isso dificulta mesmo para o consumidor”, disse na época. [Relembre aqui a entrevista na íntegra](http://www.douradosnews.com.br/entrevistas/descaso-das-prestadoras-de-servico-e-motivado-por-falta-de-denuncia-e-fiscalizacao-diz-diretora-da-oab).

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