Menu
Busca sábado, 16 de fevereiro de 2019
(67) 9860-3221
BARBÁRIE

Justiça prorroga prisão de suspeito de estuprar, matar e esquartejar Kauan em MS

12 setembro 2017 - 19h05

A Justiça prorrogou por mais 30 dias a prisão do professor suspeito de estuprar, matar e esquartejar o menino Kauan Andrade dos Santos, de 9 anos, em Campo Grande. Decisão saiu na segunda-feira (11), conforme informa o portal G1/MS.

Kauan desapareceu no dia 25 de junho. Foram feitas várias buscas pelo corpo do menino, que teria sido jogado no rio Anhanduí.

A polícia prendeu o suspeito de ter estuprado e matado a criança. Quatro adolescentes contaram aos policiais que teriam presenciado o crime. O professor de 38 anos está preso e nega ter matado o menino.

Investigações da Polícia Civil apontam que Kauan morreu enquanto era estuprado por um professor, foi abusado também por adolescentes e esquartejado duas vezes.

Segundo os delegados Paulo Sérgio Lauretto e Aline Sinot, os quatro adolescentes envolvidos no caso contaram a mesma versão várias vezes em ocasiões diferentes. Eles relataram o que aconteceu com o menino depois de semanas de investigação, quando tiveram a certeza de que o professor não seria solto facilmente.

Na versão deles à polícia, Kauan, o garoto de 14 anos que foi apreendido e mais dois adolescentes foram à casa do professor no dia 25 de junho. Lá, o homem pediu que a criança e o garoto ficassem e que os outros dois buscassem um quarto adolescente.

Enquanto os garotos saíram, o professor abusou de Kauan. Segundo os relatos, o menino sangrou e desmaiou. Quando os outros chegaram, o professor obrigou os quatro adolescentes a estuprarem a criança.

Para a Polícia Civil, Kauan morreu enquanto era estuprado pelo professor, que depois dos abusos forçou os adolescentes a ficarem na casa, esquartejou o corpo e o colocou em um saco preto no porta-malas de seu carro.

Ainda na versão dos adolescentes, o professor foi até o rio Anhanduí, colocou o saco preto sobre uma pedra, voltou para o carro e levou cada um dos garotos para casa. A partir daí, os meninos afirmam não saber mais o que aconteceu.

Segundo os delegados da Delegacia de Proteção à Criança (Depca) e da Delegacia de Atendimento à Infância e à Juventude (Deaij), as investigações indicam que, após deixar os adolescentes em casa, o professor teria voltado ao local, pegado o saco preto e ido para a residência dele.

No imóvel, o homem teria seguido a um cômodo que fica nos fundos e lá esquartejado mais uma vez as partes do corpo de Kauan.

Perícia com luminol no local indicou grande quantidade de sangue de duas pessoas do sexo masculino. Um deles é parcialmente compatível com o da mãe de Kauan. O resultado, porém, é inconclusivo, porque não havia nenhum um objeto na casa do menino que tivesse sido utilizado apenas por ele para que a perícia pudesse ser feita.

Buscas pelo corpo do menino foram feitas vários dias no rio Anhanduí. (G1/MS)

Deixe seu Comentário

Leia Também

UAUUUUU!!
Graciele Lacerda exibe corpão em foto e recebe enxurrada de elogios
PROVA ACONTECE AMANHÃ
Concurso da Educação terá reforço na segurança
BRASIL
eSocial já tem 24 milhões de trabalhadores cadastrados
490 EMPRESAS
Jucems registra em janeiro, melhor resultado em cinco anos
BRASIL
Após tragédia, futuro do Ninho do Urubu está indefinido
CAMPO GRANDE
Casa é queimada e morador acredita em fogo criminoso
PROVAS AMANHÃ
Agência orienta candidatos de concurso a não viajarem com transportadores clandestinos
CASO QUE CHOCOU
Homem que furtou corpo de cemitério disse ter ouvido vozes
BRASIL
Repasses de fevereiro a beneficiários do Bolsa Família vão até o dia 28
BELEZA NATURAL
Asfalto da MS-450 avança entre morros e potencializa o turismo na Estrada Ecológica

Mais Lidas

TRÂNSITO
Vídeo mostra acidente que matou duas pessoas em Dourados
TRÂNSITO QUE MATA
Dois morrem em colisão frontal em Dourados
DOURADOS
Jovem morre após troca de tiros com a polícia no Água Boa
JARDIM COLIBRI
Homem é executado na frente da mulher em Dourados