Menu
Busca Sábado, 16 de Dezembro de 2017
(67) 9860-3221
Reveillon - Clube Indaiá
DEBATE

Juíza de MS debate reformulação do Cadastro Nacional de Adoção

03 Novembro 2017 - 18h50

Mais uma vez, a convite do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a juíza Katy Braun do Prado, titular da Vara da Infância, da Juventude e do Idoso da Capital e coordenadora da Infância e da Juventude de MS (CIJ), foi a Brasília para participar de uma reunião de trabalho a fim de discutir reformulações no Cadastro Nacional de Adoção (CNA).

Nesta reunião, os integrantes do grupo de trabalho avaliaram e separaram quais propostas serão aproveitadas pelo CNJ para a reformulação do CNA. Importante ressaltar que as ideias propostas são resultado de workshops realizados em cada região do país em que se discutiu o cadastro.

“O que se propõe é a unificação do Cadastro Nacional de Adoção e do Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas, sempre com o objetivo de bem acompanhar a medida protetiva de acolhimento institucional ou familiar, especialmente no tocante à fiscalização dos prazos em que as crianças e adolescentes permanecem afastadas da convivência familiar e sob a tutela do Estado. Está previsto o compartilhamento do mesmo banco de dados pelos dois cadastros e novos recursos para busca de pretendentes, a fim de tornar mais eficaz a busca de famílias para as crianças. A reunião se mostrou extremamente produtiva”, explicou Katy.

O Cadastro Nacional de Adoção é uma ferramenta digital lançada em 2008 pelo CNJ, visando facilitar o trabalho dos magistrados das Varas da Infância e Juventude de todo o país no que diz respeito aos procedimentos do processos de adoção. O Cadastro Nacional de Crianças Acolhidas (CNCA), por sua vez,  foi desenvolvido com o objetivo de criar um sistema on-line contendo dados das entidades de acolhimento e de crianças/adolescentes acolhidos. A intenção é integrar, via web, as informações de todos os órgãos e entidades de proteção envolvidos com a medida protetiva de acolhimento, tais como juízos de Direito da Infância e da Juventude, Promotorias de Justiça da Infância e da Juventude, Conselhos Tutelares, instituições de acolhimento, entre outros, na busca pela garantia do direito de crianças e adolescentes de serem criados no seio de uma família.

A juíza de MS lembrou ainda que o cadastro surgiu como uma inovação para simplificar e acelerar os processos de adoção no país, contudo, quase uma década depois, reclamações e sugestões dos usuários motivaram o corregedor Nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, a instituir um grupo de trabalho para aperfeiçoar os cadastros.

Além da juíza Katy Braun do Prado, participaram da reunião a juíza auxiliar da Presidência do CNJ, Sandra Silvestre, o juiz Élio Braz (PE), a juíza Morgana Emerick (SC), a juíza Ana Valéria Queiroz Santiago e o juiz Rodrigo Clazer.

Deixe seu Comentário

Leia Também

PRECATÓRIOS
Mais de 20 mil alvarás são emitidos garantindo o pagamento de dívidas públicas
INTEGRAÇÃO
Dados do CAR de MS já constam no Sicar nacional
CAMPANHA
Anvisa divulga novas imagens de advertência para embalagens de cigarros
SUL DO ESTADO
Polícia troca tiros com traficantes após descobrir bunker de droga em MS
CÂMARA DOS DEPUTADOS
Comissão aprova prisão específica para militar, policial ou bombeiro
MANOEL DE BARROS
“101 reinvenções para Manoel” será lançado na terça
BRASIL
Temer diz que adiamento da reforma da Previdência foi “ótimo” para ganhar votos
OPORTUNIDADE
Uems abre inscrições para seleção de professores temporários em Cassilândia
EDUCAÇÃO
Pré-matrícula na Rede Municipal continua em Dourados
REVELAÇÃO
Pabllo Vitar diz que pretendentes têm falhado na hora "H"

Mais Lidas

JARDIM SANTA MARIA
Bandido troca tiros com a polícia após roubo a posto em Dourados
DOURADOS
Dupla fica ferida após veículo derrubar árvore
THANOS
Operação termina com 13 pessoas presas em Dourados
DOURADOS
Suspeito de assaltos foi preso na mesma região de tiroteio