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JUSTIÇA

Jovem que matou militar durante roubo tem preventiva decretada

14 junho 2018 - 18h05Por Da Redação

Em audiência de custódia realizada na manhã desta quinta-feira, dia 14 de junho, o juiz de plantão, Mauro Nering Karloh, decidiu pela prisão preventiva de um jovem, preso em flagrante, acusado de matar um militar da aeronáutica durante tentativa de roubo em bairro da Capital.

O rapaz detido é um estudante de 20 anos que já possui outras ações contra si por posse de drogas para consumo pessoal e pela Lei Maria da Penha. No final da tarde de terça-feira (12), de posse de um revólver calibre .32, ele teria tentado roubar o celular e carteira de um jovem de 23 anos, militar da aeronáutica, que estava em um ponto de ônibus, localizado no bairro Coophatrabalho, a espera do transporte para a faculdade. A vítima reagiu ao assalto, entrando em luta corporal com o agressor. Este então efetuou os disparos contra o militar, que morreu no próprio local. O autor, por sua vez, empreendeu fuga a pé, abandonando sua moto na cena do crime. Todo o ocorrido foi filmado pela câmera de monitoramento de um endereço próximo.

De posse das imagens captadas pela câmera e das informações sobre a moto, a polícia conseguiu chegar ao autor. Ele foi preso no imóvel de sua sogra no bairro Aero Rancho e levou os policiais até o local onde havia descartado a arma utilizada no crime.

Na audiência de custódia realizada hoje, o Ministério Público manifestou-se pela conversão do flagrante em prisão preventiva, enquanto o advogado de defesa resguardou-se o direito de postular perante o juízo a quem o processo será distribuído.

Em sua decisão, o magistrado ressaltou a presença do perigo em pôr em liberdade o custodiado, haja vista que seu extenso registro de atos infracionais, inclusive com cumprimento de medida socioeducativa, não o impediu de retornar à prática delitiva.

“Nada obstante, revela-se que o seu histórico infracional, somado ao fato que possui em seu desfavor medida protetiva, e a prática do crime de latrocínio, demonstram não só a gravidade em concreto, mas também a periculosidade do agente, o que implica em dizer que a soltura do autuado tornar-se-ia inócua para o acautelamento da ordem pública”, asseverou o juiz.

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