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MEIO AMBIENTE

Azambuja diz esperar que MS atinja o nível de “‘carbono neutro”

07 novembro 2017 - 09h09

O governador Reinaldo Azambuja defendeu, como porta-voz do bloco de governadores dos estados do Brasil Central, “uma política de Estado e não de governo” para estimular a produção de biocombustíveis, dentro da proposta RenovaBio. O Forúm do Brasil Central foi criado em 2015 pelos governadores de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Tocantins e Distrito Federal e recebeu a adesão também dos estados de Rondônia e Maranhão.

O governador participou segunda-feira, em São Paulo, da abertura da 17ª Conferência Internacional Datagro – “Um novo começo para o açúcar e etanol”, realizada em São Paulo. Ele foi homenageado pela contribuição às ações socioambientais e falou da importância estratégica do setor agroenergético para o crescimento econômico sustentável, mas lembrou dos desafios quanto à regulação, infraestrutura e logística.

Reinaldo Azambuja destacou a liderança do Brasil na geração de energia limpa, de fontes renováveis, deve se fortalecer e refletir no crescimento do setor sucroenergético, segmento que, segundo o governador de Mato Grosso do Sul, dá uma grande contribuição ao desenvolvimento econômico e social, mas a falta de um programa de estímulo ao setor e restrições do mercado inibiram investimentos na produção de biocombustíveis nos últimos cinco anos, conforme demonstram as estatísticas.

O RenovaBio foi à consulta pública no primeiro trimestre de 2017, teve suas diretrizes aprovadas pelo Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) em junho e depois foi enviado à Casa Civil para formatação como Medida Provisória (MP) ou Projeto de Lei. O governador Reinaldo Azambuja disse que todos os estados do Brasil Central assinaram documento em defesa da proposta.

Reinaldo Azambuja aproveitou o evento para reforçar a necessidade da reforma da previdência, com o fim das distorções e “privilégios que drenam grande parte da receita das contribuições”.  O governador disse que as reformas não de vem ser tratadas como política de governo, mas sim de Estado. “Os governos passam”, afirmou, notando que no caso da previdência é vital para a saúde financeira da União, Estados e Municípios, cujos orçamentos já estão comprometidos em razão do déficit previdenciário.

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