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Buenos Aires limita funcionamento de casas noturnas

18 fevereiro 2005 - 07h37

Em esforço descomunal por evitar que empresas camufladas como sociedades estrangeiras, no qual enlode as responsabilidades legais, por parte à tragédia que acometera a todos naquele instante, ceifando a vida de 190 pessoas, o governo bloqueou em Buenos Aires o registro de empresas que operam com capital local. A Inspeção Geral de Justiça (IGJ) publicó uma resolução nesta semana em boletim oficial do governo, informando que as corporações, conhecidas como “offshore”, identificadas por investimentos em paraísos fiscais, sãos as verdadeiras estruturas por detrás das fraudes contra lei. No se permitirá que as sociedades “offshore” operem em Buenos Aires, se não constem em seus paises de origem uma referencia física quanto a sua existência. Algo muito comum neste de sociedade, disse o IGJ. “Das 100 sociedade estrangeiras que vieram ser escrever, 75 eram de aparência um quanto duvidosa”, disse à Rueters Ricardo Nissen titular do IGJ e autor de uma resolução publicada em um boletim oficial. As empresa que não se enquadrarem a este novo regulamento, deveram ser adequar as regualações locais das províncias. Esta classe de sociedade “favorece a todo tipo de delito. Salvo em casos especialíssimos, que algumas “offshore”, são neutras disse Nilsen”.

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