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Brucelose é tema de dissertação de mestrado na UNIDERP

08 agosto 2006 - 14h00

Brucelose  em  rebanho leiteiro de propriedades familiares em Mato Grosso   do  Sul  é  o tema da dissertação do mestrando Tancredo Theodoro de Faria   Filho,  desenvolvida  no  Programa  de Pós-Graduação em Produção e Gestão   Agroindustrial  oferecido  pela  UNIDERP, e orientada pelo professor Gete   Ottaño da Rosa. Ele apresentará o trabalho nesta quarta-feira, às 8h, no  auditório  o bloco III, campus I da Universidade. A banca examinadora   será  composta  pelos professores doutores Gete Ottaño da Rosa (UNIDERP),   Eurípedes   Batista   Guimarães   (UFMS)  e  Olímpio  Crisóstomo  Ribeiro   (UNIDERP).De  acordo  com  o  mestrando,  o  objetivo  foi estudar a prevalência da   brucelose  bovina  em  propriedades de até 100 hectares de Mato Grosso do   Sul,  onde  inexistia  qualquer  análise  dos dados de animais e rebanhos infectados,  os  riscos  epidemiológicos associados a essa prevalência e,   também, as conseqüências econômicas." Foram  analisados  os  dados  disponibilizados  pela Agência Estadual de   Defesa  Sanitária  Animal  e Vegetal, referentes aos anos de 2003 e 2004,  que  abrangeram 31 assentamentos e 14 comunidades rurais de 26 municípios   do  Estado.  Os  dados  de  2003  provieram  de  23  assentamentos  e dez   comunidades rurais, de 18 municípios, envolvendo 58,69% das propriedades,  com prevalência encontrada de 3,04% entre os animais e de 26,20% entre os  rebanhos.  Os  de  2004  provieram  de  oito  assentamentos  e  de quatro   comunidades   rurais   de   oito   municípios,   envolvendo   77,88%  das   propriedades.  Aqui  a  prevalência  da  brucelose  foi de 2,53% entre os   animais e de 24,20% entre os rebanhos analisados”, disse.Conforme Tancredo Theodoro de Faria Filho, os dados permitem observar que   a  brucelose  bovina  está  presente  em  rebanhos  leiteiros mestiços de   assentamentos  e de pequenas propriedades rurais do Estado, situação esta agravada  pelo  tipo  de  manejo  praticado,  tamanho  das  propriedades,   proximidade  entre  elas,  abate  clandestino  e  manutenção  de  animais   infectados  nas  propriedades/lotes.  “Uma  das  conclusões  é  de  que o controle só será possível mediante implantação de um Programa de Sanidade   Animal,  mais  eficaz  e duradouro, em especial nesse estrato, de até 100   hectares.  Os  prejuízos  econômicos  decorrentes  da  doença no referido estrato   foram   calculados  em  R$  7.535.278,00,  equivalentes  a  US$   3,425,126”, ressaltou.

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