Menu
Busca domingo, 19 de maio de 2019
(67) 9860-3221

Teste simples indica câncer nos olhos. Saiba como!

28 novembro 2012 - 14h30

A exposição ao sol sem proteção faz crescer no verão a incidência do pterígio na população adulta, principalmente entre pessoas que trabalham ao ar livre, por causa da maior da radiação ultravioleta (UV). De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a doença tem a mesma aparência de lesões pré-malignas e cancerígenas que ocorrem na córnea e conjuntiva.

Por isso, sem um exame clínico completo e análise anatomopatológica, as lesões malignas podem ser confundidas com pterígio que é benigno

O pterígio é caracterizado por uma membrana que cobre a esclera, parte branca do olho, e cresce em direção à córnea. Queiroz neto diz que um teste simples e barato que pode ser feito por todo oftalmologista para determinar se a lesão é maligna ou benigna é a aplicação de colírio azul de toluidina durante o exame clínico.

Ele conta que de um total de 65 pacientes, dos quais 10 apresentavam alterações pré-malignas e malignas só 1 olho com lesão pré-maligna não teve coloração positiva da lesão com azul de toluidina, enquanto entre os portadores de pterígio todos tiveram coloração negativa.

Sintomas e fatores de risco

Os sintomas tanto do pterígio como dos tumores oculares externos são: coceira, olho vermelho, ardência, alterações no filme lacrimal, e acúmulo de lágrima nas bordas da membrana.

Queiroz Neto explica que as doenças também podem induzir ao astigmatismo, dependendo do estágio de desenvolvimento, porque a membrana formada na superfície do olho exerce pressão sobre a córnea.

Além da radiação UV, outros fatores de risco que contribuem com o aparecimento de alterações malignas são: idade avançada, exposição ao diesel ou gasolina, infecções por HPV e HIV.

Tratamento

Queiroz Neto afirma que o tratamento tanto do pterígio como das lesões malignas na superfície dos olhos é a extração cirúrgica. A retirada incompleta e a manutenção de hábitos de risco fazem com que a lesão reapareça. A aplicação de colírio azul de toluidina nos exames clínicos permite o diagnóstico de recidivas logo no início. O especialista diz que no caso de alterações malignas o tratamento também pode incluir crioterapia e uso de medicamentos quimioterápicos que além de inibir o reaparecimento, evitam complicações relacionadas à intervenção cirúrgica.

Deixe seu Comentário

Leia Também

VIOLÊNCIA
Homem tenta matar ex a facadas e atinge filho da vítima em Três Lagoas
CAPITAL
Desconhecidos invadem apartamento e deixam maconha no imóvel
Proprietária disse que o local não está sendo usado
FAMOSOS
Após anúncio do fim da dupla, redes sociais de Jorge e Mateus são limpas e fãs ficam desesperados: “Acabou?”
EVENTO
Bonito recebe Congresso Holístico Internacional na próxima semana
POLÍCIA
Carreta com pneus contrabandeados é apreendida em Maracaju
EX-PRESIDENTE
Lula está apaixonado e quer se casar ao sair da prisão, diz ex-ministro
CAPITAL
Carro bate em motociclista, motorista foge, mas deixa placa cair
DOF
Comboio com mercadorias do Paraguai é interceptado em Maracaju
PALMEIRAS
Goleada amplia recorde do Palmeiras no Brasileirão; elenco credita sucesso a Felipão
DIREITOS HUMANOS
Menores vítimas de violência sexual costumam mostrar sinais
Pais e professores devem estar atentos a mudanças de comportamento

Mais Lidas

DOURADOS
Internos do Semiaberto são flagrados com droga e bebida em ônibus que os levava para trabalhar
DOURADOS
Encontro de carros antigos começa hoje e vai até amanhã no Centro de Convenções
DOURADOS
Homem é baleado durante a madrugada na Vila Cachoeirinha
JUTI
Catador de recicláveis é assassinado a pauladas