Menu
Busca sexta, 24 de maio de 2019
(67) 9860-3221
BRASIL

Taxa de desemprego cresce em 14 estados no primeiro trimestre do ano

16 maio 2019 - 10h51Por Agência Brasil

A taxa de desemprego cresceu em 14 das 27 unidades da Federação no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (PNAD-C), divulgada hoje (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas outras 13 unidades, a taxa manteve-se estável.

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, no entanto, apenas quatro unidades da Federação tiveram aumento da taxa de desemprego.

Na passagem do último trimestre de 2018 para o primeiro trimestre deste ano, as maiores altas da taxa de desemprego foram observadas no Acre (de 13,1% para 18%), Goiás (de 8,2% para 10,7%) e Mato Grosso do Sul (de 7% para 9,5%).

Na comparação com o primeiro trimestre de 2018, os estados que registraram alta na taxa foram Roraima (de 10,3% para 15%), Acre (de 14,4% para 18%), Amazonas (de 13,9% para 14,9%) e Santa Catarina (de 6,5% para 7,2%).

Já os estados que tiveram queda na taxa, nesse tipo de comparação, foram Pernambuco (de 17,7% para 16,1%), Minas Gerais (de 12,6% para 11,2%) e Ceará (de 12,8% para 11,4%).

Subutilização

A taxa de subutilização (os que estão desempregados, que trabalham menos do que poderiam e que estavam disponíveis para trabalhar mas não conseguiram procurar emprego) do primeiro trimestre foi a maior dos últimos da série histórica (iniciada em 2012) em 13 das 27 unidades da Federação.

As maiores taxas foram observadas no Piauí (41,6%), Maranhão (41,1%), Acre (35%), na Paraíba (34,3%), no Ceará (31,9%) e Amazonas (29,2%). A taxa média de subutilização no país foi de 25%, também a maior da série histórica.

Os maiores contingentes de desalentados (aqueles que desistiram de procurar emprego) no primeiro trimestre deste ano foram registrados na Bahia (768 mil pessoas) e no Maranhão (561 mil). Os menores foram observados em Roraima (8 mil) e no Amapá (15 mil).

Os maiores percentuais de trabalhadores com carteira assinada estavam em Santa Catarina (88,1%), no Rio Grande do Sul (83,2%) e Rio de Janeiro (81,8%) e os menores, no Maranhão (50,3%), Piauí (52,5%) e Pará (53,0%).

As maiores proporções de trabalhadores sem carteira foram observadas no Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%) e Pará (46,4%), e as menores, em Santa Catarina (13,2%), no Rio Grande do Sul (18,0%) e Rio de Janeiro (18,4%).

Em relação ao tempo de procura de emprego no Brasil, 45,4% dos desocupados estavam de um mês a menos de um ano em busca de trabalho; 24,8%, há dois anos ou mais, 15,7%, há menos de um mês e 14,1% de um ano a menos de dois anos.

Deixe seu Comentário

Leia Também

CAMPO GRANDE
Teste físico para concurso da PM e Bombeiros será no domingo
FLAGRANTE
Funcionários de olaria são presos com rifles
A DONA DO PEDAÇO
Maria da Paz decide vender bolos na rua para sobreviver
MATO GROSSO DO SUL
Congresso Internacional debate pautas para próxima eleição
SENADO
Comissão analisa prioridade de matrícula para vítimas de violência doméstica
RURAL
Prorrogado prazo para cadastramento de áreas para plantio de milho em Mato Grosso do Sul
BRASIL
Bolsonaro diz que Câmara votará porte de arma para produtor rural
DOURADOS
Prevendo avanços, políticos conhecem Sisfron em Dourados
LOTERIA
Mega-Sena pode pagar R$ 3 milhões em sorteio amanhã
MAIS ALTA DO PAÍS
UFMS cobra R$ 7 mil para revalidar diploma estrangeiro e MPF quer diminuição do valor

Mais Lidas

DOURADOS
Preso em operação estava sob monitoramento por assalto
DOURADOS
Vereadora vai à delegacia e diz ser vítima de atentado
DOURADOS
Ciclista atropelado na Marcelino morre após meses de tratamento
DOURADOS
Preso é encontrado morto na PED em mesmo raio onde ocorreu pente-fino
Rapaz estava enforcado em uma das celas da unidade penal