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Lula tentará salvar da morte brasileiro condenado na Indonésia

18 março 2005 - 14h20

O governo tentará salvar da morte o brasileiro condenado na Indonésia. O instrutor de vôo livre, Marco Archer Cardoso Moreira, foi condenado à morte depois de entrar no país com 13,4 quilos de cocaína escondidos em uma asa delta.Entre as diferentes medidas que podem ser adotadas pelo Brasil, a "mais provável", segundo informou a assessoria de imprensa do ministério das Relações Exteriores, é um "pedido de clemência" ao presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, que tem o poder para conceder o perdão ao condenado.A medida, prevista na legislação daquele país após o último recurso judicial, pode ser adotada no prazo de até dois meses depois que a condenação for oficializada. Até quinta-feira, segundo o Itamaraty, o advogado de Moreira não havia sido notificado da decisão final.O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deverá receber ainda nesta sexta-feira do Itaramaty informações sobre o caso e as alternativas de ação do governo.O argumento do governo para tentar livrar o brasileiro da morte será baseado principalmente no fato de que a pena de morte não é um procedimento aceito pela legislação brasileira, e que seria uma medida excessiva.Para o ministro da Secretaria Nacional de Direitos Humanos, Nilmário Miranda,o pedido de clemência ao presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, é "a última alternativa" para tentar livrar o brasileiro do fuzilamento.Segundo ele, o governo brasileiro espera apenas a notificação oficial da decisão judicial que confirmou a pena de morte, para que o presidente Lula encaminhe o pedido de perdão à Indonésia."O que vai ficar subjacente é que se algum indonésio for condenado no Brasil jamais será condenado à morte", disse o ministro.Mesmo que o presidente indonésio aceite o pedido do Brasil e concorde em livrar Marco Archer da execução por fuzilamento, o brasileiro condenado permanecerá preso naquele país.Segundo Nilmário Miranda, o governo brasileiro vinha acompanhando o julgamento do brasileiro para garantir que nenhuma arbitrariedade ou violência contra ele fosse cometida durante o processo.No ano passado, outro brasileiro, Rodrigo Gularte, também foi condenado à morte por tráfico de drogas em primeira instância na Indonésia, mas ainda recorre da decisão. Ele entrou no país com drogas escondidas em uma prancha de surf. 

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