Menu
Busca sábado, 22 de setembro de 2018
(67) 9860-3221

Limite para compra de imóvel com FGTS pode subir para R$ 750 mil

06 dezembro 2012 - 10h43

Em mais uma medida para estimular a economia, o governo avalia aumentar de R$ 500 mil para R$ 750 mil o valor máximo dos imóveis que o trabalhador pode comprar com o seu saldo do FGTS, tanto à vista como financiado dentro do SFH (Sistema Financeiro da Habitação), que tem juros menores.



A medida é uma reivindicação antiga das construtoras e que estava engavetada. Segundo a Folha apurou, nos últimos dias, porém, ela entrou na pauta de discussão do governo diante da necessidade de criar mais estímulos para reanimar a economia.

Tecnicamente, a medida está pronta e tem a simpatia de Guido Mantega (Fazenda). A palavra final caberá a Dilma Rousseff. Com seu aval, o governo precisará aprovar resolução no CMN (Conselho Monetário Nacional, presidido por Mantega). Oficialmente, o órgão diz considerar adequado o teto de R$ 500 mil.

Uma preocupação apontada por técnicos é o impacto que a medida poderá ter nos recursos do fundo.

Mas parecer da Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, repassado à Fazenda, estima que só 0,2% dos cotistas atuais se enquadrariam na faixa de renda compatível com imóveis desse preço.

Além disso, os saques adicionais para compra de moradia foram projetados em cerca de R$ 700 milhões, o que não foi considerado nenhuma "sangria".

Em razão desse temor, uma proposta que surgiu foi a de elevar o valor apenas em grandes capitais, como São Paulo, Rio e Brasília, onde o preço do imóvel subiu muito nos últimos anos, mas há dúvidas sobre restrições legais.

CLASSE MÉDIA

Argumenta-se que a medida seria positiva sobretudo para a classe média e movimentaria empresas com foco na construções de moradias mais caras que as realizadas no Minha Casa, Minha Vida.

Na avaliação de técnicos do governo, a elevação faria um universo maior de trabalhadores ter acesso a juros mais baixos, mesmo que não usem o FGTS na hora da compra. Apesar de a taxa máxima dos imóveis financiados no SFH ser de 12%, hoje, segundo o governo, o valor cobrado varia de 7,5% a 10,5% ao ano.

Outra avaliação é que a mudança permitiria uma atuação mais forte dos bancos privados, que costumam financiar imóveis de valor próximo do teto atual de R$ 500 mil. Os financiamentos da Caixa, principal agente financeiro do setor e com público alvo de menor renda, ficam em torno de R$ 300 mil.

Deixe seu Comentário

Leia Também

TRÁFICO
Mulher é flagrada com 57 quilos de maconha em duas malas
4ª BRIGADA
Dourados sedia etapa de campeonato de hipismo no final de semana
IMUNIZAÇÃO
Vacinação contra Pólio e Sarampo continua em seis municípios de MS
OPERAÇÃO NEPSIS
Ação cumpre mandados de prisão contra suspeitos de contrabando
LOTERIA
Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 22 milhões neste sábado
SIDROLÂNDIA
Contêiner cai sobre carreta e mata manobrista em frigorífico
SELEÇÃO
Continuam abertas as inscrições para concurso de professor na Uems
SERVIDOR PÚBLICO
Ação conjunta faz operação contra o crime organizado em Dourados
SAÚDE
1ª Corrida e Caminhada Vida Sem Drogas acontexce hoje em Dourados
BELA VISTA
Homem se suicida após perseguir e matar esposa a facadas

Mais Lidas

DOURADOS
Criança de 1 ano desaparece de dentro de casa no Dioclécio Artuzi
DIOCLÉCIO ARTUZI
Polícia divulga imagens de criança de 1 ano desaparecida em Dourados
PEDRO JUAN
Polícia paraguaia apreende carga de maconha com adesivos de “Lula Livre”
JARDIM AEROPORTO
Durante confronto com a PM, rapaz é baleado no tórax e morre em hospital