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Insensato Coração: Eunice transa com Ismael em hotel barato

11 junho 2011 - 10h04

Em "Insensato Coração", Eunice vive dizendo que quer pertencer à elite carioca. Mas vai ser em um quartinho de hotel barato, na Lapa, que a metida a dondoca vai trair o marido, Júlio (Marcelo Vale), com Ismael (Juliano Cazarré). O capanga de Norma (Gloria Pires) já está no encalço dela por conta de sua proximidade com Léo (Gabriel Braga Nunes). Eunice resolve ir até uma cartomante no bairro para saber do seu futuro. Esperto, Ismael molha a mão de um bandido para simular um furto. Quando ela sai da cartomante, o rapaz furta a bolsa dela. Ismael corre atrás do "bandido", recupera a bolsa e entrega para sua dona, que fica agradecida. A cena, escrita no capítulo 136, deve ir ao ar no dia 23 de junho.

Eunice - Nem acredito! Muito obrigada!

Ela abre a bolsa, confere a carteira. Ismael tira a camisa, simula calor, se exibe, limpa o suor da testa.

Eunice - Não roubou nada, graças a Deus!

Eunice pega uma nota de dez reais e estende a Ismael. Só então ela percebe que ele está sem camisa. Eunice fica sem jeito com a situação e Ismael segura a nota sem soltar a mão dela.

Ismael - Desculpe, essa corrida toda, suei...

Ela dá uma olhada discreta, tensa, inquieta. Ismael, muito próximo, segurando a mão dela o tempo todo.

Ismael - Não posso aceitar. Eu só ajudei uma mulher vítima de uma covardia, isso não se paga. Não sei o que está acontecendo comigo, moça... desculpe, mas eu não consigo resistir...

Ismael tasca um beijão na boca de Eunice, que não corresponde. Ela consegue reagir e se afasta, chocada. Em seguida, dá um tapa na cara de Ismael.

Eunice - Some daqui, senão eu chamo a polícia!

Ismael - Desculpe, achei que você tava gostando...

Eunice - De jeito nenhum! Foi um susto, quem é que espera uma coisa despropositada dessas? Fiquei sem ar, sem ação!

Ismael - Leva a mal, não, moça, mas não parecia susto, parecia outra coisa.

Eunice - Cafajeste, abusado!

Eunice vai dar outro tapa, ele segura a mão dela com força. Ismael a encara com desejo.

Ismael - Madame, escuta!... A gente sabe que rolou um lance forte, está rolando. Ninguém aqui é criança.

Eunice - Não está rolando nada!... Você deve estar me confundindo com outro tipo de mulher! Eu não sou dessas, não!

Ismael - Não estou confundindo. Você é bem o tipo de mulher que eu estou pensando. Fina, de classe, educada. O tipo de mulher que eu gosto. Mas eu não forço a barra. Se você não quer, não quer. Corre pra sua casa, isso aqui não é ambiente pra você, não.

Ismael faz sinal para um táxi, que para. Ele abre a porta, põe Eunice dentro. Ela, aturdida, se deixa conduzir. O táxi parte. Dentro do táxi, ela se volta e olha Ismael, ainda lá, olhando para ela. No capítulo 138, que vai ao ar no dia 25 de junho, Ismael e Eunice voltam a se encontrar próximo do prédio dela. Ismael se aproxima por trás e toca no ombro dela, que reage ao susto:

Eunice - Você está me seguindo! Olha que eu grito, chamo a polícia!

Ismael - Grita. Pode gritar. Grita. Antes de gritar, deixa eu te dizer uma coisa. Eu precisava te ver. O táxi que você pegou lá na Lapa... O motorista é meu chapa, me disse que te trouxe aqui, aí eu vim. Não paro de pensar em você desde aquele dia.

Eunice - Você é doido ou o quê? Olha pra você, olha pra mim... Além do mais, eu sou casada, muitíssimo bem casada!

Ismael - Isso é problema teu, eu quero você do mesmo jeito.

Eunice - Cafajeste. Quer saber de uma coisa? Vou ligar pro meu marido agora mesmo, quem vai se entender com você é ele.

Ismael - Liga. Liga, sim. Manda ele vir aqui que eu conto o que aconteceu com a gente naquela noite.

Eunice - Não aconteceu nada, você me agarrou!

Ismael - E você gostou!

Eunice - Mentira! Eu me senti aviltada! O que você quer? É dinheiro? Isso é algum tipo de golpe, é estelionato?

Ismael - Não, isso é vontade de te beijar de novo.

Eunice - Vai embora, eu moro aqui, todo o mundo me conhece!

Ismael entrega a ela um papel com um endereço anotado e manda que ela o encontre lá à noite. Eunice obedece e chega em um botequim muito mal frequentado. Ela tenta ir embora, mas Ismael aparece na porta do boteco. Os dois se olham e Eunice se aproxima.

Ismael - Bom que você veio.

Eunice - Eu não devia... Quer dizer, nem sei por que eu vim.

Ismael - Eu sei.

Eunice - Não, não sabe. Eu vim por que, naquele dia do assalto, eu fiquei muito nervosa, realmente posso ter passado a impressão errada. Então, fiz questão de voltar agora, que tudo já passou, pra te dizer que eu não sou daquele jeito, eu sou casada, tenho uma família, sou honesta. Você, por favor, não me procure mais.

Ismael - Eu nunca achei que você não fosse honesta. E admiro muito mulher de família.

Eunice - Que bom que você entendeu.

Ismael - O problema é que, mesmo assim, eu não consegui tirar você da minha cabeça, nem um minuto. Achei que você tivesse sentido a mesma coisa que eu.

Eunice - Se enganou. Bom, eu já disse o que tinha pra dizer, agora vou...

Ismael - Escuta. Eu prometo que nunca mais apareço na tua frente. Mas, já que você veio até aqui, deixa só eu te oferecer um refrigerante... Fica. Por favor. Fica.

Eunice - Não posso, desculpe. Não acho certo uma mulher casada se sentar num bar com um homem estranho, melhor eu ir.

Ismael - Está certíssima. Se todas as mulheres pensassem assim, não chegava a acabar com as guerras, mas que o mundo ia ser um lugar bem mais sossegado, lá isso ia. Mas o quê que você disse em casa quando veio pra cá?

Eunice - Que eu ia voltar na cartomante que eu fui ver naquele dia...

Ismael - Mas então você não pode voltar agora, tem que fazer uma horinha pra dar o tempo da consulta. O pessoal em casa vai estranhar se chegar muito cedo.

Eunice - Será?

Ismael - Claro que vai. Eu te faço companhia.

Eunice - Não sei... aqui neste bar eu não ponho os pés!

Ismael - Claro que não, isso não é lugar pra você! A gente desce um pouco, lá no começo da rua tem cada bar ótimo, restaurantes conhecidos, casa de show.

Eunice - Num lugar público? Não que eu conheça gente que frequente a Lapa, mas não posso correr o risco de ser vista.

Os dois, então, vão para o hotel barato na Lapa, onde Ismael está morando.

Eunice - É aqui que você mora?

Ismael - Só por um tempo. Eu era casado, acabei de me separar.

Eunice - Vocês sempre ficam perdidos quando se separam...

Ismael passa a mão no cabelo dela. Eunice se retrai.

Eunice - Você prometeu!

Ismael - Seu cabelo é tão bonito, estava louco pra passar a mão...

Ismael a agarra. Ela resiste sem muito empenho.

Eunice - Eu não sou este gênero de mulher que você está pensando! Me deixa ir embora.

Ismael - Não, não deixo, não. Você fica.

Ele a beija e ela não resiste mais. Retribui. Ismael segura Eunice com força, tira a camisa.

Eunice - É só esta vez... depois, nunca mais!

Eunice e Ismael se beijam e os dois acabam transando.

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