Menu
Busca segunda, 21 de maio de 2018
(67) 9860-3221
BANNER CORPAL TOPO SITE
ECONOMIA

Gás de cozinha ficará mais caro 12,2% a partir de quarta-feira

05 setembro 2017 - 15h05

A Petrobras anunciou hoje (5), no Rio de Janeiro, reajuste de 12,2% para o gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, o chamado gás de cozinha, vendido em botijões de até 13 quilos. O aumento foi decidido pelo Grupo Executivo de Mercado e Preços (Gemp) da empresa e começa a vigorar amanhã (6).

Segundo a Petrobras, o Gemp considerou para efeito de ajustes nos preços do gás para uso residencial o cenário externo de estoques baixos, além dos reflexos de eventos climáticos, como o furacão Harvey, na maior região exportadora mundial do produto, que é a cidade de Houston, no Texas, Estados Unidos, cujos terminais permanecem fora de operação, o que afeta o mercado internacional. Com a menor disponibilidade de gás, os mercados consumidores, inclusive o brasileiro, sofreram aumento de preço.

A estatal afirmou, entretanto, que o reajuste aplicado "não repassa integralmente a variação de preços do mercado internacional". O Gemp fará nova avaliação do comportamento do mercado no próximo dia 21.

A Petrobras destacou que o reajuste previsto foi aplicado sobre os preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado aos preços ao consumidor, a empresa indicou que "o preço do botijão de GLP P-13 pode ser reajustado, em média, em 4,2% ou cerca de R$ 2,44 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos".

A Petrobras reajustou também os preços de venda às distribuidoras do GLP destinado aos usos industrial e comercial. O aumento médio de 2,5% entra em vigor amanhã (6).

Sindigás distribui nota

Em nota, o Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) estimou que o reajuste para o gás residencial ficará entre 11,3% e 13,2%, de acordo com o polo de suprimento.

Como o aumento não repassa de forma integral a variação de preços do mercado internacional, a entidade calculou que o preço do produto destinado a embalagens até 13 quilos ficará 16,56% abaixo da paridade de importação. Segundo o Sindigás, isso inibe investimentos privados em infraestrutura no setor de abastecimento.

Em relação ao reajuste nos preços do gás industrial, para embalagens acima de 13 quilos, o Sindigás indicou que a variação será entre 2,4% a 2,6%, dependendo do polo de suprimento.

O sindicato externou preocupação com o reajuste para o gás industrial, porque "afasta ainda mais o preço interno dos valores praticados no mercado internacional, impactando justamente setores que precisam reduzir custos".

De acordo com o Sindigás, esse aumento levará o valor do produto destinado a embalagens maiores que 13 quilos a ficar 39,94% acima da paridade de importação.

Deixe seu Comentário

Leia Também

CAMPO GRANDE
Mulher leva martelada na cabeça e é mantida em cárcere privado
ELEIÇÕES
Partidos políticos poderão realizar convenções entre julho e agosto
FUTEBOL
12 equipes já garantiram vagas na 3ª fase da Copa Assomasul
SUMIÇO
Menino de 11 anos vai ao judô e desaparece ao voltar para casa
ELEIÇÕES
Temer avisa interlocutores que lançará Meirelles ao Planalto
RECORRÊNCIA
Assaltos a agências dos Correios levam MPT a ajuizar ação civil
CINEMA
Vencedores da MAD destacam estímulo à produção audiovisual no MS
ESTELIONATÁRIOS
Receita Federal alerta para golpe contra tomadores de empréstimos
POLÍTICA
Deputados disponibilizam R$ 200 mil a saúde nas aldeias de Dourados
CAMPO GRANDE
Detento é encontrado morto em cela de Instituto Penal

Mais Lidas

BR-163
Caminhonete carregada com maconha é encontrada abandonada em posto de Dourados
CAMPO GRANDE
Chefe de quadrilha investigada pela PF foge de presídio
PEDRO JUAN
Mulher é executada a tiros na fronteira
JARDIM PANTANAL
Homem é baleado após ser cercado por grupo