Menu
Busca terça, 18 de fevereiro de 2020
(67) 9860-3221

FMI aprova crédito de US$ 6,6 bi ao Brasil

15 dezembro 2003 - 18h41

O Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou nesta segunda-feira que políticas monetária e fiscal prudentes são essenciais no novo acordo com o Brasil, aprovado na sexta-feira, que prevê a liberação de cerca de R$ 6,6 bilhões recursos novos para o país. Segundo o Fundo, a economia brasileira está retomando fôlego e deverá crescer no próximo ano 3,5% - em linha com as previsões do mercado. Para este ano, o FMI prevê crescimento não superior a 0,6%. "Após a performance decepcionante no início deste ano, existem agora claros sinais de que a demanda doméstica começou a se recuperar", disse Horst Koehler, diretor-gerente do Fundo em comunicado. Além da extensão do acordo até o final do próximo ano, a diretoria do Fundo aprovou a quinta e última revisão do acordo atual, e liberou mais uma parcela de cerca de 8,2 bilhões de dólares para o Brasil. "Contudo, tendo em vista a melhora do balanço de pagamentos, as autoridades indicaram que não pretendem fazer novos saques", disse o Fundo no comunicado. O governo brasileiro, desde a proposição do acordo no início de novembro, tem dito que o programa tem caráter preventivo. O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, afirmou que o objetivo era proteger a economia contra eventuais turbulências financeiras. O acordo prevê também o rescalonamento dos prazos de pagamento de obrigações de 2005 e 2006, além de uma série de medidas estruturais para impulsionar e sustentar o crescimento no Brasil. "Isso inclui medidas para reduzir os spreads bancários, aumentar a intermediação financeira e melhorar as condições dos negócios, além de medidas preparatórias para aumentar a flexibilidade do orçamento", afirmou Koehler em comunicado. O Fundo disse ainda que o governo pretende continuar melhorando o perfil da composição da dívida interna, reduzindo a sua vulnerabilidade. Os detalhes da administração da dívida pública para 2004 ainda estão sendo finalizados e serão publicados em janeiro. Todo o início do ano, o Tesouro Nacional anuncia um plano de admistração da dívida pública interna. O FMI afirmou que o Brasil pretende manter os objetivos de reduzir a proporção da dívida indexada ao câmbio e de títulos pós-fixados, e aumentar a proporção dos papéis com juros prefixados e atrelados à inflação.

Deixe seu Comentário

Leia Também

VIOLÊNCIA
Homem é assassinado em frente a padaria em Dourados
APÓS 9 ANOS
Hipermercado fecha as portas em Dourados no final do mês
ASSEMBLEIA
Proposta quer que inadimplente possa quitar débito no ato de interrupção do serviço
FIM DO PRAZO
Cartório Eleitoral reforça convocação de eleitores para cadastro biométrico
LUZ DA INFÂNCIA
Operação contra exploração sexual infantil contabiliza 38 prisões
TRÁFICO
Droga que seria levada ao MT é apreendida em ônibus
DOURADOS
Maconha apreendida na Presidente Vargas seria levada ao interior de SP
FISCALIZAÇÃO
Procon notifica 40 postos de Dourados para saber detalhes sobre aumento da gasolina
TRÁFICO
Cocaína que saiu de Dourados é apreendida em operação no Paraná
DOURADOS
Hemocentro não terá atendimento nos dias de Carnaval

Mais Lidas

DOURADOS
Ferido com tiro no peito, entregador chega pilotando moto na UPA
DOURADOS
Líderes de motim que causou estragos na Unei são levados à delegacia
DOURADOS
VÍDEO: Internos 'batem grade' e queimam colchões em princípio de rebelião na Unei
FRONTEIRA
Festa termina com aniversariante e convidado assassinados por pistoleiros