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Em 2013, é preciso deixar a ganância e buscar a bondade, diz vidente

31 dezembro 2012 - 18h57

Minha indicação para o Ano-Novo: se tudo está mesmo tão difícil quanto parece, vamos com coragem redobrada para 2013. Num contexto em que todo mundo persegue experiências de excepcionalidade - bem-aventuranças, delícias, prazeres, alegrias, gozos -, acho bastante necessário indicar que a vida é tecida de fios mais tênues, acontecimentos mais corriqueiros. Banalidade é a substância da vida e as coisas simples são sua verdade definitiva.

Acho que o estimado leitor não discorda se avalio que o ano que se despede esteve mergulhado, talvez um pouquinho além do próprio fôlego, numa busca por abundância, beleza, juventude, prazeres, lazeres. Cabe indagar: não seria bom dedicar mais atenção para valores mais elevados como paz e bondade?

O perigo que pode nos afogar é a possibilidade de estarmos descendo fundo demais numa ilusão de felicidade. Nossa aspiração (em grande medida realizada, observe-se) é por uma idade de ouro que evoca supremamente coisas terrestres, dinheiro acima de tudo.

Temo que devíamos dar mais atenção à verdadeira perfeição, ganharmos lúcida compreensão da nossa condição, do nosso limite. O que se apresentaria? Uma enorme capacidade de adaptação e superação dos problemas, força para encarar os sofrimentos e encontrar satisfação nas coisas mais comuns da vida. Enfim, aquela porção inalienável de humanidade que todos nós comungamos e que nos remete sempre para maiores e melhores dons, mistérios e destinos.

Assim enxergo essa dobrada de ano. Pobre de nós, queremos subir rápido o Olimpo - com nossas posses e objetos de consumo -, deixando a melhor parte esquecida, incapazes de observar as maravilhas ao redor, o mundo que nos rodeia aqui na nossa escala humana.

Se o pessimismo é dado graciosamente por aí - com bastante frustração e depressão no pacote -, é tarefa obrigatória resistir, entender que mesmo a mais comum das vidas é positiva por excelência, obedece lei divina e foi ofertada como recompensa. Nossa obrigação é celebrá-la, colocando em prática tudo que há de bom e vigoroso, desviando das armadilhas e emboscadas.

No ano que temos adiante, vamos repudiar tudo o que é mau. Abraçar as pequenas dádivas e - se necessário - resistir, como se espera dos seres humanos com sua luz e lucidez, às grandes calamidades.

Quer saber mais sobre o trabalho de Marina Gold, ou entrar em contato com ela, [clique aqui](http://vidaeestilo.terra.com.br/esoterico/interna/0,,OI4065542-EI14323,00-marina+gold.html).

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