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Brasil e Argentina alfinetam-se às vésperas de confronto

20 janeiro 2004 - 17h52

A disputa entre Brasil e Argentina já começou fora de campo, enquanto do lado de dentro, a Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) confirmou que o jogo será realizado amanhã às 23h  (horário de Mato Grosso do Sul), em Valparaíso, no Chile. Mas, às vésperas da partida válida pelo quadrangular final do Torneio Pré-Olímpico (que classifica duas equipes para a Olimpíada de Atenas), as duas seleções já vivem o clima de decisão e começam a trocar alfinetadas. A rivalidade entre as duas equipes já seria suficiente para esquentar o clássico. Porém, desta vez, o jogo ganha mais polêmica porque as seleções têm jogadores que se conhecem por disputas de seus clubes. É o caso de quem esteve envolvido na decisão da última Taça Libertadores, entre Santos e Boca Juniors, vencida pelo time argentino em pleno estádio do Morumbi, em São Paulo. “São competições diferentes. Quero dar o troco neles na Libertadores”, esquivou-se o cabeça-de-área Paulo Almeida, do Santos e da seleção brasileira, que não evitou uma crítica ao atacante Carlos Tévez, do Boca e da seleção argentina, eleito o melhor jogador do continente numa enquete de um jornal uruguaio. “Como todo bom jogador, o Tévez não pode ter espaço. Agora, ele não é tudo isso que falam. Na minha opinião, estão enfeitando demais”, disse Paulo Almeida. A iminência do principal clássico do futebol sul-americano serve de motivação para os jogadores. Do lado argentino, a equipe aguarda com ansiedade pelo confronto contra o Brasil. “Se ganharmos do Brasil, ninguém nos segura”, disse o zagueiro Gonzalo Rodríguez. “Estamos tranqüilos, concentrados no que esperamos que seja um clássico bonito”, falou o argentino. O time da Argentina, que ganhou o Grupo B da primeira fase, deve ter na partida contra o Brasil a volta de seu capitão, Nicolás Burdisso, que é jogador do Boca Juniors. Confrontos diretos Ao lado dos brasileiros, os argentinos dividem a hegemonia do Pré-Olímpico. Nas 11 edições do torneio, que é disputado desde 1960, o Brasil foi campeão sete vezes e a Argentina três. A única exceção foi em 1992, quando o Paraguai foi campeão e a Colômbia ficou com a segunda vaga para os Jogos Olímpicos de Barcelona. Na história do Pré-Olímpico, as duas seleções já se enfrentaram oito vezes. Cada time venceu três vezes e houve dois empates. No primeiro jogo, os argentinos ganharam por 3 a 1. No último, em Londrina, em 2000, o Brasil, com uma seleção comandada por Ronaldinho Gaúcho e Alex, deu um show e derrotou por 4 a 2 uma forte equipe argentina, que tinha Aimar, Riquelme e Saviola.

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