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Brasil construirá usina petroquímica na Bolívia

26 janeiro 2004 - 18h47

O presidente da República da Bolívia, Carlos Mesa disse que a vontade do presidente Luis Inácio Lula da Silva e a dele “é levar adiante um projeto de industrialização comum entre Bolívia e Brasil, construído sobre o marco do gás natural”. O presidente boliviano esteve reunido por mais de uma hora com a ministra das Minias e Energia do Brasil Dilma Roussef.Participaram da reunião os ministros bolivianos de desenvolvimento e energia, além do diretor da área internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, e do embaixador brasileiro.“A ministra Dilma Rousseff, de Minas e Energia do Brasil,“formalizou uma proposta concreta para a implantação de uma usina petroquímica de grande envergadura na fronteira dos dois países, dentro do território boliviano”, declarou Mesa. A agencia de notícias boliviana confirmou que os estudos preliminares estabelecem que esse projeto é viável comercialmente.  A ministra brasileira, Dilma Rousseff, confirmou que o pólo deverá estar operando até 2009 para abastecer o mercado regional boliviano-brasileiro. O projeto vai exigir uma inversão superior a U$ 1,5 milhões de dólares. Contará com a participação da “Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos”, da Petrobrás, e de outros sócios privados.Já o ministro boliviano de Energia, Álvaro Rios, assinalou que “definitivamente devemos avançar com este projeto de industrialização que agregará valor às reservas de gás boliviano”. O diretor da área internacional da Petrobrás, Nestor Cerveró, esclareceu que o complexo petroquímico estará localizado exatamente na fronteira, paralelo ao gasoduto, o que dará valor agregado ao gás boliviano.A notícia é espetacular para Mato Grosso do Sul, especialmente para a área de Corumbá e a faixa de fronteiras. Na última sexta-feira, o governador Zeca  e o senador Delcídio Amaral, acompanhados do secretário de Coordenação do Estado, Paulo Duarte, passaram a manhã reunidos na sede da Petrobrás, no Rio, com o diretor de Petróleo e Gás da empresa, Ildo Sauer. Foi mais um esforço do governador, e especialmente do senador Delcídio Amaral, especialista na área de energia, para solucionar  o impasse do preço excessivo do gás boliviano. Tanto o governador como Delcídio conseguiram tirar de Ivo Sauer o compromisso de que o assunto deve estar resolvido em 15 dias. Uma saída possível: a Petrobrás ficara sócia da refinaria como compensação pela redução do preço do gás. “Isso trará benefícios incalculáveis para o nosso estado”, disse Delcídio. Já o governador Zeca prometeu homenagear o diretor da Petrobrás com um churrasco de vitelo pantaneiro.

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