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Anvisa interdita lotes de quatro medicamentos

19 março 2005 - 07h50

O medicamento Analgesil 500 mg comprimido, lote nº 1.912, fabricado em julho de 2004 e validade até julho  de 2006, foi interditado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O produto, fabricado pelo Laboratório Kinder, com sede em Anápolis (GO), e usado como analgésico e antitérmico, não atendeu às exigências da agência. O laudo de análise feito pela Fundação Ezequiel Dias mostrou resultado insatisfatório no ensaio de aspecto. O medicamento apresentou sulcos em uma das faces e pontos escuros na superfície.Água sanitária - A água sanitária Cloral, lote nº 138, com data de validade de 16 de março de 2006 e fabricado em 17 de setembro de 2004, produzida pela Prodisa Produtos e Distribuidora, com sede no Rio de Janeiro (RJ), também foi interditada. O Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) atestou que o produto continha microorganismos acima do padrão estabelecido, além de apresentar rótulo em desacordo com as exigências.Creme dental - A Anvisa determinou, ainda, a interdição cautelar do creme dental Ultra Action Menta, com flúor e cálcio, lotes nº B0153 e B0294, com datas de fabricação de 1º de junho de 2003 e 1º de setembro de 2003 e de validade de 30 de junho de 2006 e 30 de setembro de 2006, respectivamente. A medida decorre da apresentação de potencial de irritação da mucosa oral. O produto é fabricado pela empresa BBP Comércio e Distribuidor, com sede em São Bernardo do Campo (SP).Anti-hipertensivo - O medicamento Metildopa Genérico - EMS, comprimidos, 500mg, lote 03434, data de fabricação fevereiro de 2004 e validade até fevereiro de 2006, usado contra hipertensão e fabricado pela empresa EMS Indústria Farmacêutica, com sede em São Bernardo do Campo (SP), também foi interditado. O laudo de análise realizado pelo Laboratório de Saúde Pública Dr. Giovanni Cysneiros atestou que, no ensaio de dissolução da metildopa, o medicamento não fez efeito no tempo previsto.Os produtos estão interditados por 90 dias, período em que as empresas têm direito à contraprova do laudo oficial. Durante esse prazo, os lotes interditados não podem ser comercializados nem consumidos. 

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