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PRESERVAÇÃO

Animais silvestres na UFGD: saiba o que fazer caso encontre um

09 novembro 2018 - 19h35Por Da Redação

A Unidade 2 da UFGD (Univerasidade Federal da Grande Dourados), fica localizada próxima a áreas rurais e de mata nativa e, por este motivo, é comum que estudantes e servidores recebam a visita de alguns animais silvestres, que são aqueles não domesticáveis. Despertando a curiosidade de alguns e o medo de outros, esses animais tendem a aparecer com mais frequência em épocas de temperaturas mais elevadas e de chuva, como a que estamos passando agora.

Por este motivo, e pensando na preservação das espécies e na própria segurança de quem cruza com um desses animais pelo caminho, a administração da Universidade está buscando educar e conscientizar a comunidade acadêmica sobre como proceder quando um deles for avistado no campus.

Só na semana passada, apareceram duas jiboias e uma cutia nos prédios da Unidade 2. Mas também é comum a visita de anfíbios (sapos), répteis (serpentes e lagartos), aves (corujas, periquitos, maria-faceira), mamíferos (cutia, capivara, morcegos) e invertebrados (aranhas, escorpiões, besouros, lacraias).

De acordo com Marcus Lima, técnico do laboratório de zoologia da UFGD, se o animal estiver livre, do lado de fora dos prédios, o mais indicado é deixar que ele siga seu caminho. “Pode até tentar tirar umas fotinhas, mas sempre mantendo uma distância segura”, alerta o servidor. Quando o animal está dentro de algum dos prédios, é comum que as pessoas que ali trabalham ou estudam fiquem em alerta, mas é importante destacar que essas espécies têm mais medo dos humanos do que o contrário. Então não é preciso entrar pânico nem agredir ou matar os animais, apenas respeitar.

“Já recebi queixa de maus tratos por parte da comunidade acadêmica, como por exemplo de alunos que chutaram um tatu. O mais recomendado, entretanto, é evitar contato com eles, até porque se não estiverem doentes ou fracos, podem revidar”, afirma Marcus. É claro que alguns animais podem, sim, oferecer problema, como escorpiões ou jararacas, de perigo médico-veterinário. Outros apenas podem dar medo, mas oferecem riscos menores, como a jiboia, que nem veneno possui.

Caso encontre algum animal silvestre no campus, para retirada do animal ou busca de alguma informação, entre em contato com o laboratório de zoologia pelo telefone 3410-2199. Se necessário, solicite ajuda da Polícia Ambiental pelo telefone 3428-0384.

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