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NEGÓCIOS & CIA

“Por quê você (ainda) não comprou?

04 dezembro 2019 - 08h51Por João Hélio Dorada e Samuel Hemmarson Filho / MOLT Engenharia Sustentável

Nas últimas semanas ressaltamos os benefícios da energia solar fotovoltaica. Falamos de sua viabilidade econômica, que fica evidenciada quando percebemos que o gasto mensal com energia elétrica é fixo e tende a aumentar. 

Falamos de sua segurança, que vem através de um kit fotovoltaico que possui monitoramento remoto e garantias estendidas e confiáveis. Ressaltamos, também, o impacto ambiental positivo que essa solução traz: o sol nasce para todos e todos os dias, mais energia solar na rede significa menos energia sendo comprada por parte das concessionárias, preservando o meio ambiente de um desgaste ainda maior para suprir a demanda energética.  

A questão que queremos discutir, nesse texto, é outra. Sabendo de todos os benefícios que a energia solar fotovoltaica tem, por que tal tema ainda não é uma “febre nacional"? Por quê tal moda ainda não pegou? Por que a maioria da população ainda resiste, e paga mensalmente a concessionária pela energia usada, ao invés de gerar sua própria energia? Pensamos em alguns desses “por quê’s”, e gostaríamos de lista-los aqui.  

Primeiramente, questionamos se a inércia de um cidadão brasileiro é muito grande. Seria uma mudança ríspida demais? Instalar um kit gerador fotovoltaico em seu telhado, seria fazer demais? Seria inovar demais? Seria “sair da casinha”?

A economia que o sistema gerador pode trazer é vista logo no primeiro ou segundo mês após a instalação, entretanto o retorno financeiro só é obtido em 3-6 anos (em média para uma residência). Podemos afirmar, que, relativamente, é um retorno a longo prazo.

A impaciência do cidadão brasileiro para investimentos a longo prazo estaria atrapalhando a energia solar no Brasil? Outro questionamento plausível é a real importância que o cidadão brasileiro dá para o meio ambiente. Será mesmo que nos importamos com ele? Ou somos indiferentes? Likes em páginas pró meio ambiente parecem ser o suficiente para grande parte da população. Além dos clientes, também questionamos nós, empresas integradoras do ramo. Estamos sabendo vender o produto? 

Nos parece que a mensagem não está clara que o consumidor só vê na energia solar um kit fotovoltaico e não o real sentido da coisa. Um kit fotovoltaico significa energia mais barata que a disponível pelas concessionárias. E só estamos comercializando energia nesse formato (instalando kits fotovoltaicos), porque não é possível, ainda, vender kWh. 

É importante lembra-los que tal pratica (vender kWh oriunda da energia solar) já é possível em países como Canadá, Alemanha e Austrália.  E além de questionar clientes e integradores, também questionamos concessionárias e órgãos reguladores: será que não há um lobby para que a energia solar não triunfe? Verdade é que a burocracia por parte das concessionárias e a suposta taxação da energia solar por parte da ANEEL assustaram o consumidor final. 
Esse texto serve como reflexão para que seja possível entender o real sentimento do consumidor final em relação a energia solar fotovoltaica.

MOLT Engenharia Sustentável reafirma que enxerga a energia solar como uma ótima fonte de energia, que traz além de conforto e economia, uma solução sustentável para a atual matriz energética. Se você, caro leitor, tem alguma dúvida ou sugestão, ou ainda queira apenas debater sobre o tema, estamos a disposição para bater um papo! 


Mande uma mensagem nas nossas redes sociais! Nossa tag é @moltsustentavel. Até mais pessoal.

 

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