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Terça-feira, 22 de Julho de 2008, 16:55

Jornalista de MS é a primeira do País a participar de curso nos EUA
Graziela Moura
A Professora Claudia Durand Zwarg, da Universidade Católica Bom Bosco, de Campo Grande, está participando do Study of the United States Institute on Journalism and Media, com a duração de seis semanas, patrocinado pelo Departamento de Estado Norte-Americano e realizado pelo College of Journalism and Communications, na University of Florida. O Instituto ensina professores de jornalismo e de comunicação de massa do mundo todo sobre como usar e ensinar as mais recentes técnicas e tecnologias em desenvolvimento no jornalismo digital.

Cláudia é a primeira brasileira a participar do programa. Foram cerca de 45 indicados por embaixadas americanas do mundo todo (um por embaixada) e somente 18 selecionados. Este ano, a jornalista também foi a única participante das Americas (norte, centro, sul). O curso está na metade e Cláudia já passou por Miami, Tampa e St. Augustine, onde conheceu as redações de, por exemplo, o jornal Miami Herald e a TV Univision. Agora, os profissionais passam por curso em Gainesville, na University of Florida, onde fazem estágio na emissora de TV afiliada a ABC, a WCJB.  E na última semana, visitarão Orlando, NY e Washington DC, passando pelas redações do New York Times, MTV, NY Public Radio e Washington Post.

Segundo Cláudia, os colegas do curso, mestres e doutores, são de vários cantos do mundo, como Itália, Nepal, China, Vietnã, Líbia entre outros países.

O Instituto vai ensinar aos participantes mais sobre a imprensa americana e proporcionar experiência prática em blogging, multimedia e outras áreas. “Novas liberdades na mídia: ensinando o jornalismo digital de amanhã” acontece em Gainesville por quatro semanas e Miami, Tampa, Washington, D.C., e Nova Iorque por duas semanas. Uma combinação de instrução prática em tecnologia e uma ilustração sobre como usá-la na cobertura do processo político Americano vai auxiliar os professores no desenvolvimento de melhores métodos para o ensino de técnicas do novo jornalismo em suas instituições de origem.

A troca de idéias entre os participantes enriquece a experiência e ajuda a construir uma rede mundial de educadores em jornalismo e comunicação de massa. “Ano passado percebemos que é essa mistura de culturas que faz com que o Instituto seja especial,” explica a diretora acadêmica do programa, Lauren Hertel, professor de telecomunicações na universidade.

Agora em seu segundo ano, o Instituto está tomando como base o sucesso do programa de 2007, e usando os comentários dos participantes do primeiro ano para melhorar e aperfeiçoar os métodos e materiais usados em sala. “Nós ajustamos a distribuição entre palestras e treinamento prático, baseados no feedback dos participantes”, conta Hertel.

Participantes do último Instituto afirmaram ter conseguido dar continuidade ao que aprenderam, usando o conhecimento adquirido em suas salas de aula, observa a Reitora Adjunta para Pesquisa, Sylvia Chan-Olmsted, principal administradora do fundo de 280 mil dólares americanos concedidos pelo Departamento de Estado para a realização do Instituto. “Eles vão embora tendo apreciado a complexidade tanto da sociedade quanto da midia Americana, a diversidade e a energia dos Estados Unidos,” conta Chan-Olmsted. “As habilidades online aqui adquiridas também provaram ser úteis a muitos deles em seus países de origem.”

Os participantes do Instituto retornarão para casa prontos para ensinar a uma nova geração de jornalistas os métodos e técnicas utilizados para se beneficiar das últimas tecnologias empregadas por jornais, emissoras de TV e estações de rádio, e periódicos de todo o mundo. As palestras do Instituto, ministradas por docentes do College of Journalism and Communications da University of Florida, tem como foco "ensinar a quem ensina", de forma a maximizar o impacto de cada sessão.

Os participantes do Study of the U.S. Institutes estão entre as 40.000 pessoas que participam de intercâmbios administrados pelo Bureau of Educational and Cultural Affairs (ECA) do Departamento de Estado dos Estados Unidos todos os anos. Outros programas de intercambio ECA incluem os programas Fulbright Program e International Visitor Leadership. Por meio de uma vasta troca acadêmica e profissional, o Bureau busca incrementar o entendimento mutuo entre os Estados Unidos e outros países.

A página do Institute on Media and Journalism é www.jou.ufl.edu/flinstitute/

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COMENTÁRIOS

Nome: ANTONIO
Cidade: Dourados -ms
Comentário: A Energia de Mato Grosso do Sul, é a Mais cara do Brasil... é incrivel... que a Enersul tem meios para punir o Consumidor e O Consumidor, que é roubado pela enersul, nao tem ersse recurso.... QUE LEI FILHA DA PUTA É ESSA ???? No paraná uma padaria no parana... que se mudar para Dourados com mesmo equipamento ... Dobra o consumo de Energia.... LADRAO ROUBANDO LADRAO.... como fica isso ?
Nome: Flávio
Cidade: Dourados
Comentário: Ladrão que rouba ladrão.....engraçado, a enersul "errou" nas nossas contas de energia durante anos, diz estar devolvendo aos poucos...mas quando é roubada, o ladrão é indiciado e obrigado a pagar com juros e correção....será que parcela em 60 meses????
Nome: GILBERTO CORRÊA
Cidade: Dourados-MS
Comentário: Ladrões á parte, esse tipo de fiscalização deveria ter sido realizado também pela nossa querida SANESUL. Ela agiu de forma diferente, simplesmente retirou as torneiras dos cavaletes de todos os consumidores ou seja, por causa de uns que desviavam água a grande maioria foi penalizada. Concordo que a enersul também falhou e continua errando cobrando CONFINS, PIS, ICMS dos consumidores, sendo que isso é ilegal.....Quem recorrer, ganha por que já há jurisprudência sobre o assunto, OU SEJA QUEM ENTROU NA JUSTIÇA CONTRA A ENERSUL GANHOU.
Nome: WILSON AMERICO
Cidade: DOURADOS MS
Comentário: Um crime nao compensa o outroo.,mas o mesmo tratamento que a policia e a justiça da ao consumidor flagrado fazendo gato tem que ser o mesmo dispensado a ENERSUL que apronta formando quadrilha com o governo que cobra absurdos de ICMS e ninguem faz nada.
Nome: luis
Cidade: dourados
Comentário: a enersul que deveria pegar 4 anos de cadeia ,além de ter que indenizar seus clientes por anos de abusos tarifarios.Agora vem expor um pequeno comércio ao ridiculo,criem vergonha seus safados...
Nome: Helio Rojas Romeiro
Cidade: Dourados - Ms
Comentário: Esse site ainda perde tempo dando essas noticias....rsrsrsrs
Nome: roberto
Cidade: dourados
Comentário: tem mais é que desviar, quem rouba ladrão tem cem anos de perdão...
Nome: carlos
Cidade: Dourados
Comentário: Quem puder furtar energia eletrica deles tem q fazer isso mesmo.Eles estão devolvendo como se fosse esmolas o q roubaram da gente.Faturam milhoes com o tal de ajuste de centavos q pagamos por mes.Prejuizo para eles.
Nome: Paulino
Cidade: Campo Grande
Comentário: A fraude de energia é crime previsto em lei com pena de até 4 anos de prisão. Furtou tem que responder pelos seus atos sim. Não queiram inverter os valores.
Nome: Arnaldo
Cidade: Dourados
Comentário: Com toda certeza, duvido que se fosse uma GRANDE EMPRESA se teria a foto dela na matéria. Só demonstra toda a hipocrisia que é nosso país. Pois quando houve o "erro" (duvido muito que tenha sido erro) por parte na Enersul, este site não postou uma matéria (completa) a qual ajudasse a população a tomar TODAS as medidas cabíveis. Uma vergonha espera passar logo em um concurso publica (e estou estudando) pra sumir desse estado. Obs. Tentem entrar com uma ação cobrando a restituição de valores cobrados pela enersul pra vcs verem, vcs saem no prejuizo ainda...é complicado. Vc faz "gato" na energia paga multa alta, eles utilizam de má-fé na cobrança e apenas sao "obrigados" a devolver os valores em ínfimos valores parcelados em "N" vezes. UMA VERGONHA.
Nome: Olegário
Cidade: Dourados/MS
Comentário: Parabéns Flávio, autor de um comentário. Faço minhas as vossas palavras.
Nome: marcelo
Cidade: dourados
Comentário: absurdo vcs exporem assim esse minusculo comercio.se fosse uma grande empresa vcs fariam esse tipo de materia.
Nome: LEONEL
Cidade: DOURADOS
Comentário: Realmente daria para construir muitas casas populares, hospitais, investir na segurança pública, lazer, educação, etc., mas, o problema é que este dinheiro vai para o bolso na iniciativa privada, que por sinal, nos roubam, verdadeiros estelionatários contra o consumidor, com cobranças exorbitantes e ilegais.
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