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SAÚDE&ESTÉTICA

Tempo seco aumenta problemas respiratório como a rinite

11 setembro 2017 - 11h27

O tempo está seco, a umidade relativa do ar tem chegado a 22% e olha que o verão nem chegou de fato, porém os problemas de saúde já. Nesse tempo, os casos de rinite alérgica aumentam e muito. Além disso, aumenta também as crises de rinossinusite, popularmente conhecida como sinusite.

Como forma de prevenção, a dica é a lavagem nasal diária, recomendada mesmo para quem não sofre com o problema.

As crises virais mais leves não duram mais do que 10 dias. Já os bacterianos apresentam sintomas mais intensos e podem durar mais do que 14 dias, podendo ser necessários tratamento com antibióticos e cuidados nasais adicionais.

É importante esclarecer que a rinite não tem cura para a maioria dos casos, apenas controle. Ao contrário da sinusite, que apresenta cura na maior parte das vezes. O tratamento dos pacientes portadores de rinite alérgica é composto por três pilares principais: higiene ambiental, medicamentos e imunoterapia.

Higiene ambiental

A forma mais simples de se prevenir de crises de rinite alérgica é evitando o contato com a substância que desencadeia os sintomas. Isso nem sempre é tão fácil. Carpetes, cortinas, tapetes e bichos de pelúcia podem armazenar poeira e ácaros, e não devem fazer parte do quarto. Os ambientes da casa devem estar sempre bem ventilados e ensolarados. De preferência, a limpeza deve ser feita com pano úmido. Também devem ser evitados produtos de limpeza, tintas, perfumes, fumaça do cigarro e inseticidas.

Medicamentos

Anti-histamínicos (antialérgicos), descongestionantes nasais e corticosteróides são medicamentos usados para tratar uma crise rinite alérgica. Medicamentos à base de corticosteróides aplicados no nariz são prescritos para tratamento a longo prazo, e tem o objetivo de melhorar a respiração nasal e evitar ou amenizar as crises. Como todo medicamento pode apresentar efeitos colaterais e a dose varia individualmente, procure o médico para indicar o tratamento correto.

Imunoterapia

Vacinas antialérgicas também são uma opção para casos em que não houve melhora com as medicações e uma alternativa para casos em que não se pode evitar contato com o alérgeno. Ela está indicada se o teste cutâneo ou sanguíneo comprovar o alérgeno. Nesse tratamento, são aplicadas em injeções ou gotas sublinguais com quantidades controladas da substância para que o organismo deixe de ser hiperreativo a ela. O objetivo é que, no passar do tempo, as crises se reduzam e a pessoa consiga até suspender as medicações.




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