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SAÚDE DA PELE

Saiba o que é a Hanseníase e como tratá-la

14 fevereiro 2018 - 10h26Por Guilherme Pires

O Dourados News trata hoje (14), no caderno Saúde&Estética, sobre uma doença pouca falada e infelizmente, desconhecida por muitos. A Hanseníase. Você sabe o que é? Já ouviu falar sobre? Conhece alguém que tem ou já teve? 

O que é?

Hanseníase é uma doença infectocontagiosa que atinge os nervos periféricos e pele, podendo acometer outros órgãos. Se não diagnosticada e tratada no início, a doença pode levar à incapacidade física.

Sintomas

Os sintomas são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, com diminuição ou perda da sensibilidade ao calor, à dor e ao tato. A áreas afetada tem diminuição dos pelos e do suor.

Em alguns casos, há o surgimento de caroços e inchaços no corpo, diminuição da sensibilidade e ou da força muscular de olhos, mãos e pés. Dor e sensação de choque, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços, mãos, pernas e pés, também são alguns dos sintomas.

Transmissão

Apenas as pessoas doentes, que não estão em tratamento, transmitem a hanseníase. A transmissão ocorre pelas vias aéreas superiores como tosse ou espirro, e é transmitida de pessoa para pessoa.

Tratamento e Cura

A doença tem cura e seu tratamento é gratuito, realizado pelo SUS (Sistema Único de Saúde). É feito por via oral, com uma associação de três antibióticos. Os medicamentos são seguros e eficazes. Porém o paciente deve tomar a primeira dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde. As demais são autoadministradas. 

Já no início do tratamento, a doença deixa de ser transmitida. Família e amigos, além de apoiar, também devem ser examinados.

Dados

O Ministério da Saúde divulgou em janeiro do ano passado, que o número de pessoas com Hanseníase no Brasil nos últimos anos, teve uma redução de 34,1%, passando de 43.652, em 2006, para 28.761 em 2015.

A redução está associada à queda de 39,7% da taxa de detecção geral do País, que passou de 23,37 por 100 mil habitantes, em 2006, para 14,07/100 mil habitantes em 2015.

Os dados são resultados das ações implantadas no País para o enfrentamento da doença, com foco na busca ativa de casos novos para o diagnóstico na fase inicial; tratamento oportuno e cura, bem como a prevenção de incapacidades e deformidades físicas, principal causa do estigma e preconceito associados à doença.

 

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