18/01/2012 16h48

Entrevista com o fotógrafo "Zé Tubaina"

 

Colaboração de Wellinton Márcio de Lima

Arriscar tudo o que tem por uma boa foto, descobrir um novo ângulo e ganhar reconhecimento pelo trabalho.

Essa talvez seja a vida do fotógrafo: arriscar- se em busca da melhor foto, modernizando-se, mudando conceitos e criando novos costumes.

Transferindo imagens ao papel, ou plano de fundo de monitores. Um fotógrafo não retrata simplesmente o rosto bonito de uma menina ao acaso, mas retrata a realidade. Manipula, comove, diz mais que mil palavras em uma pequena foto.

Foto colorida, branca e preta, monóculo e muito mais. Retratos para serem dependurados em salas de jantar, rostos se confundem com o fundo da foto.

Ele não busca só o reconhecimento, persegue a perfeição, objetiva a realidade e transforma-a em arte. Um bom “retratador” da imagem cotidiana, se assim posso chamá-los, não nasce apenas, não é alguém perdido na multidão, é já predestinado por Deus, tem olhos que não vêem simplesmente, mas sentem e pressentem o mundo á sua volta. O fotógrafo não nasce ele é revelado.

O revelado

Em 1942 no interior do estado da Bahia, mais precisamente na cidade de Jequié, havia um homem preocupado a porta de uma casa simples. Ele estava inquieto. Do interior da casa ouviam –se gritos e uma doce voz feminina, que acalmava.

-Fique tranqüila dona Laura, ele já vai chegar, acalme-se.

E o homem continuava ali na porta, olhava para o céu e clamava o nome de nosso Senhor. Era seu Zacarias Ferreira Gonçalves, trabalhador experimentado na labuta do dia-dia.

Enquanto olhava para o Céu seu Zacarias escutou um choro, que vinha da casa. Nascia mais um filho, fruto da união de Zacarias e dona Laura. Laura Laudelino.

Ele todo garboso apoderou-se da criança e entre choro e risos, olhou e exclamou. É menino!

Seu Zacarias foi quem escolheu o nome. O recém-nascido chamou-se José Gonçalves. E os anos passaram-se ali naquele local. Um, dois, três, dez anos. José era um rapazinho, muito esperto, arteiro, traquina como qualquer moleque de sua idade.

Foi com dez anos que ele, o menino, deixou a cidadezinha de Jequié, sonho do pai. Sabe como que é pai: sempre tem o sonho de dar uma vida melhor aos filhos.

Então, seu Zacarias partiu com um sonho, com uma esperança que via nos olhos de sua família. Fez uma longa jornada e chegou, à época, ao estado de Mato Grosso (MT), na localidade de Maracajú. Ali, trabalhou por algum tempo em algumas fazendas da região. Mas em 1956 juntou a família e rumou para Douradina, onde adquiriu seu pedaço de terra. Na época Douradina não passava de uma vila, hoje é cidade.

No entanto, José Gonçalves não permaneceria ali por muito tempo. Morou com os pais por mais dois anos e partiu para Dourados. Nessa cidade chegou aos 14 anos de idade. Logo arrumou emprego como aprendiz de mecânico, dormia dentro da oficina em que trabalhava. Mas o trabalho não era muito fácil, as exigências eram muitas e o jovem José partiu em busca de outro emprego. Logo se tornou frentista de posto.

Repentinamente, marchava e batia continências. Estava no Exército brasileiro. Soldado, periquito do governo. Mas esse período passou como marcha que praticava naquele quartel. Felizmente ,ou infelizmente, serviu o exército, não que isso lhe fizera mais ou menos homem, se sentia o mesmo José Gonçalves de outrora.

Voltou e assumiu sua mais nova antiga vaga, a de frentista. O tempo foi pulando e José acompanhando, sem tropeçar na corda do destino.

Já no ano 1962, apareceu outra oportunidade de trabalho, o governo federal em parceria com o Ministério da Saúde havia criado vagas para agentes e/ou combatentes da malária. Como combatente José dedicou quatro anos de sua vida.

O Cunhado

João Aquino morava na cidade de São Paulo (SP), e trouxe de lá a novidade a José Gonçalves, que era seu cunhado. O cunhado veio a passeio, mas a trabalho também. Encontro de cunhados, no bom sentido claro.

Aquino foi visitar José em sua nova casa, chegou, sentou-se e os dois puseram-se a prosear. Um contou causos o outro não deixou por menos, empolgaram-se. Entre uma e outra xícara de café, idéias iam surgindo na cabeça daqueles homens.

Aquino contava como era a vida em São Paulo e José observava tudo com muita atenção. Foi quando veio a brilhante idéia do Aquino.

-José por que você não trabalha com foto?

José receoso pensou e ficou meio cabreiro no momento e perguntou ao cunhado.

-Mas Aquino como eu vou trabalhar com foto, nem sei como é isso! E não tenho um tostão furado para começar com um negócio desses.

Aquino não desistiu e sugeriu a José que vendesse sua casa. Foi um impacto, o homem ficou amarelo, vermelho, roxo chegou a perder a respiração.

E após isso, José pôs-se a explicar que não poderia fazer aquilo, pois estava pagando sua casa. Mas Aquino não desistiu e tornou a dizer como o cunhado poderia começar o negócio.

-Olha Zé, não vou mentir para você: mexer com foto, trabalhar com monóculo é um pouco complicado.

Exclamou José, monóculo o que é isso?Agora é que me deu medo.

-Calma Zé, deixa que eu te explico.

Aquino começou a falar como era o monóculo, como era feito, qual o processo de acabamento os equipamentos necessários e outros segredos. Mas José pensava com ele mesmo.

-Não sei não, ele ta me falando isso porque já trabalha com esse tipo de serviço. Agora eu. Não sei não!

O discurso do cunhado durou horas. E José Gonçalves foi tomando gosto pela coisa, acalmou-se e começou a sonhar. E foi quando decidiu a sua vida. Vendeu a casa que ainda nem pagara, e arriscou-se por um sonho.

A esposa de José ficou possessa. Olhou para ele esbravejando e interrogando-o.

-Homem do céu como foi que fez uma coisa dessas, acabamos de comprar a casa e nem pagamos ela ainda.

José olhou para a mulher com a calma que Deus lhe doou, e falou que ela podia ficar tranquila, pois ele havia feito o melhor negócio de sua vida.

-Mulher... O Aquino me garantiu que foto dá dinheiro.

E a mulher não se conformava, depois de muitos “não sei não”, foi se acalmando. E se acalmou.

Vendida a casa, José comprou os primeiros equipamentos. Uma máquina fotográfica Olympus Pen, que dobrava a quantidade de poses de um filme.

O começo do trabalho

Tudo comprado, José Gonçalves começou o trabalho. Ainda meio tímido, mas destinado. Caminhava a pé por quilômetros para tirar as primeiras fotos, chegava exausto em casa. As coisas foram dando certo e em pouco tempo já comprava a primeira bicicleta, fruto do trabalho com o monóculo.

(O monóculo é feito com um filme positivo. Para revelar esse filme é usado o revelador, branqueador e fixador. Esse processo é todo feito no escuro, ou dentro de uma câmara escura, evitando que o filme se queime. Depois de revelado, o filme passa por um processo de secagem. Já seco, o fotógrafo põe-se a cortá-lo no tamanho certo e o encaixa dentro do monóculo. Os mais antigos devem se lembrar do monóculo. Era aquele tubo como um pequeno microscópio que ao olhar pode ver ao fundo imagem, a foto).

Amarrava no guidão da “magrela” alguns monóculos, que iam dependurados. Levava a máquina fotográfica e outros instrumentos que o ajudava no trabalho.

A roda da bicicleta ia rodando por sobre a poeira vermelha das ruas de Dourados, a catraca ia estalando, monóculos iam voando ao vento, e o pedal ia batendo na folga do “pé de vela”. Tornava- se quase um ritual, as pessoas conheciam de longe aquele soar. Era José Gonçalves, Fotografo.

Encostava a bicicleta e logo era rodeado por curiosos, e, botava-se a fotografar de tudo. Felicidade, tristeza, amor, beleza, feiúra também. E ia deixando todos satisfeitos. O que se podia ver eram crianças, homens, jovens, mulheres, moças, senhoras e senhores, com o olho direito enfiado no monóculo e o esquerdo na escuridão. Era novidade!

O trabalho foi aumentando e a “magrela” já não aguentou mais as pernas de José Gonçalves. Aposentou a bicicleta e logo, reapareceu zoando pelas estradas montando em uma lambreta. Porém, não muito experiente em “duas rodas motorizadas”, José arriscava ultrapassar a 60 os KM horários.

A entrega do monóculo passou a ser feita com mais velocidade. As crianças iam gritando á beira do caminho quando José ia passando. E ele ia pensando.

-Meu deus do céu me dá equilíbrio, para que eu possa ficar em cima desse bicho.

Entre zig-zags, lá ia ele tirando fotos e colocando-as nos monóculos. O seu trabalho tornara um sucesso. A lambreta já arriava as rodinhas e não conseguia mais dar conta de José e seus flashes.

Era tarde da noite quando voltava para casa. Do céu escorregava água e a lambreta atolará no caminho. Foi quando José decidiu que já era hora de comprar um carro.

Desatolou a possante e pôs-se a empurrá-la. Chegou em casa exausto, havia empurrado a lambreta por um longo trecho. Deixou a “charanga” encostada sob a varanda. Entrou em casa, tomou um banho, comeu alguma coisa, deitou-se e adormeceu.

O galo já havia cantado há horas, quando ele acordou. Arrumou-se e partiu. Trabalhou o dia todo. Quando voltou para casa estava sem a lambreta. Havia comprado um carro, era um fusca.

As coisas haviam melhorado e tudo estava dando certo. O salário de agente da malária nem se comparava com o de agora. Ganhava 10 a 12 vezes mais com o monóculo. E dentre pouco tempo comprou de volta a casa que havia vendido em 1966.

Duas Esposas

Casou-se duas vezes. A primeira se chamava Honorina de Souza, mulher que o acompanhou por 22 anos. Com ela, José teve dois filhos um casal.

Jairo e Sara, foram os frutos dessa união. Honorina foi á mulher que acompanhou os primeiros passos fotográficos de seu José Gonçalves. No entanto o casamento não ia muito bem, certo dia, um com nojo da remela o outro do “zóio” resolveram que já era chegada a hora de dar fim no matrimônio, e o suicidaram. Foi panela, foi pato, foi galinha e até foto. E cada um seguiu seu destino.

E o relógio do tempo pôs-se a girar, e girou. Ano de 1986 festa. Festa de quem?

José tornava a se casar, dessa vez foi Maria Cleunice, e o enlace já pendura mais de 20 anos. Nesse curto tempo foram “fabricados” outros dois filhos : Éder e Suélen.Outro casal.

Como surgiu o apelido “Zé Tubaina’’

Era de tardezinha, o sol ia se apagando, José caminhava nas ruelas de Dourados, passou em frente de um boteco. Sua língua estava seca, a garganta então.....

Com sede e em frente ao boteco decidiu ‘’matar o que estava lhe matando’’. Parou, sentou-se em uma banqueta e pediu uma gelada. O botequeiro trouxe a cerveja e um copo, abriu e serviu José.

Ele pegou o copo e pôs-se a saborear aquele liquido gaseificado e amarelo. No entanto, lembrou-se de que não podia beber ainda mais em um boteco á beira da rua, era evangélico. Preocupou-se , mas a sede era maior. Mesmo assim olhava para um lado e para o outro sempre a espreita. Dizia consigo mesmo.

-Meu Deus, eu estou afastado da igreja, mas ninguém sabe disso e se alguém me pega aqui bebendo...

Não demorou muito e lá vinha Paulo Asato, um amigo de José. Parou sentou-se e logo indagou o homem a beber.

-Ué bebendo uma gelada seu Zé, o senhor não disse que não bebia ?

José ficou um tanto quanto constrangido naquele momento e pôs-se a explicar.

-Não Paulo, não é isto que você está pensando. Eu continuo a não beber, mesmo afastado da igreja. Isso aqui não é cerveja é tubaína.

Paulo não satisfeito criou e espalhou o apelido: Zé Tubaina. E espalhou mesmo. A partir de então José Gonçalves passou a se chamar popularmente de Zé Tubaina.

Uma noite de tristeza

Já passava das dez horas da noite, Zé Tubaina chegava em casa depois de um dia de trabalho. A luz que ficava defronte sua casa havia queimado a dias, a escuridão era terrível. Chegou abriu o portão voltou ao interior de seu carro, dirigiu-se ao estacionamento.

Parou, afogou o motor, apagou os faróis e ficou dentro do veículo por alguns instantes, as pernas estavam em frangalhos, depois de mais um dia de trabalho. Decidido levantou a cabeça e pôs-se para fora do carro. Com a intenção de fechar o portão, que abrira para guardar o possante.

O primeiro pé que colocou para fora foi o esquerdo, encorajou-se empurrou a porta e trancou-a. O portão estava a uns cinco metros de distância de Zé, mudou um, dois, três passos, trombou em algo e, logo sentiu uma dor subumana, gritou desesperadamente.

Estava ali, encostado no carro sem saber ao certo o que acontecera. Com os gritos a família que dormia acordou, puseram-se ao encontro do pai. A mãe acendeu a luz da varanda e logo tudo foi.’’revelado’’.

Um dos pés de José Gonçalves estava totalmente dilacerado. Veias e Nervos expostos, a calçada lavada em sangue. Um ataque violento do ‘’melhor amigo’’ do homem.

O cachorro de estimação mordera violentamente aquele que o alimentara durante meses. Um ataque letal que marcou para sempre a vida de Zé. Já no hospital com o pé nas mãos do médico foi informado que os ferimentos eram graves.

Depois dessa noite os movimentos de seu pé, nunca mais foram os mesmos. E isso veio a comprometer a paixão de José que é fotografar. Aquela foi uma das noites mais tristes de sua vida.

Hoje em dia

Realmente aquela noite de trevas marcou a vida de Zé Tubaína. Hoje ele não pode mais calçar sapatos, ou outra coisa parecida. Devido o ferimento causado pela mordida do ‘’cão’’.

No entanto a história de José Gonçalves se confunde com a trajetória da imprensa douradense. Foi e é um dos primeiros repórteres fotógrafos de Dourados. Trabalhou entre 1960 e 1970 como fotógrafo do jornal ‘’O Progresso’’.

O tempo foi passando e os prêmios em reconhecimento ao trabalho vieram. Do jornal ‘’O Progresso’’, recebeu das mãos da senhora Adiles Torres, que é proprietária desse veículo, titulo de melhor foto do ano. As fotos deram também a José o titulo de cidadão douradense.

Foi fotógrafo oficial da câmara de vereadores de Dourados por 10 anos. Nesse tempo aconteceram várias histórias engraçadas com Zé Tubaina. Uma delas foi quando sua máquina fotográfica se desmanchou na hora que se preparava para fotografar o Senador Juvêncio da Fonseca, que estava visitando a Câmara de Vereadores. E nem isso o impediu de fotografar, com paciência remontou a velha máquina e retratou o Senador.

Outras histórias, outros causos aconteceram nessa trajetória. Mas o tempo é reservado para quem o tem, a nós basta os minutos.

Depoimento

Como é trabalhar com foto?

‘’Eu gosto de apesar de ser um trabalho difícil. Ás vezes você é incompreendido, ás vezes leva o cano. Mas é o serviço que eu gosto, hoje não rende muito. “Mas ainda compensa trabalhar com fotografia”.

Existe alguma foto que tirou e foi a melhor ou a pior?

“Eu não tenho nem uma foto guardada por incrível que pareça. Eu me envolvia muito com o trabalho e não dava tempo para guardar as fotos que eu tirei. Hoje em dia é que eu vejo que falta um arquivo do meu trabalho’’.

E pra quem quer iniciar nessa profissão de fotógrafo, qual o conselho?

“É uma profissão muito boa, mas a pessoa tem que ter dedicação. Hoje em dia o profissional tem que ganhar a confiança do freguês, isso é muito importante, e se aperfeiçoar cada vez mais, no trabalho que faz”.

(16) Comentários

MUITO BOA ESTA REPORTAGEM, POIS O ZÉ TUBAINA FAZ PARTE DA HISTORIA DA NOSSA CIDADE, PARABENS ZÉ VOCE MERECE.

 
JOTTA FARINHA em 24 de janeiro de 2012 - terça às 21:14

Parabéns! linda reportagem com emoção e historia da nossa gente
continue assim Wellitom.....

 
Euci Luglio em 23 de janeiro de 2012 - segunda às 22:53

PARABÉNS...linda reportagem com conteudo e marcante!
continui assim Wellitom nossas vida tem historia....abraço.

 
Euci Lugio em 23 de janeiro de 2012 - segunda às 22:41

parabéns pela materia,o Zé merece ...Pois registrou parte da historia de Dourados nos ultimos anos.....Só pra registrar:no final da decada de 70 ele virou empresario da fotografia,abriu na Marcelino Pires,centro de Dourados o Foto José que foi referencia pra muitas noivas......Alem do monóculo fazia tambem album de casamento,aniversarios,formaturas e até jogo de futebol.....

 
MARISA PEREIRA RANZI em 20 de janeiro de 2012 - sexta às 12:58

joguei futebol com o Zé, me recordo q lele jogava as camisas do Dourados EC para cima e segura a numero sete, ah esta era dele, Zé um abraço vc é muito boa gente.

 
rene pedroso em 20 de janeiro de 2012 - sexta às 10:52

meus parabens ze tubaina .voces fazen parte da historia de dourados.

 
paulo cesar stefanello em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 20:13

O Zé foi também o fundador do Dourados Esporte Clube

 
Agnello em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 16:46

PÁRABENS, PRT: : ZÉ TUBAINA PELA SUA ESTORIA DE VIDA E LUTA PELA SOBREVIVENCIA.LHE CONHEÇO BEM POIS ESTIVEMOS JUNTOS PARTICIPANDO AI DA SELETA DE DOURADOS.ENTÃO PRT: : QUE DEUS TE ABENÇOE SÃO AS FELICITAÇÕES DOPRT: : SANDIM E FAMILIA.

 
MILTON R.SANDIM (SANDIM) em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 15:28

GRANDE ZE TUBAINA NOSSO FOTOGRAFO DA TURMA DOS PINGUCOS UM CARA 100% PARCEIRO DA GENTE E A HISTOIRA SENDO CONTADA EN RETRATOS

 
HAYEL FAKER em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 13:28

Valeu Ze Tubaina, voce faz parte da historia de Dourados. Deus te de saude e alegria. Rubao

 
Rubao Mopreira Junior em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 12:35

Zé Tubaina é sim um dos poucos amigos que tenho no meio da imprensa. Além de ser meu amigo, é uma pessoa camarada, tanto que ensinou-me a fazer fotos quando atuava como repórter policial e também a ogar bozó. Por otro lado, sempre é um prazer ver este santista amigo e o Douradosnews está de parabéns por ter feito esta justa homenagem ao amigo Zé !

 
Waldemar Gonçalves - Russo em 19 de janeiro de 2012 - quinta às 09:36


Foi de muito bom gosto... essa reportagem, onde retrata o fotógrafo. Lembrando, dos teus valores e importancia; que muitas vezes, nem sempre são dadas o devido valor. Mais, oque seria feito dos momentos de felicidades e outros que gostariamos de guardar-los não só na memoria?! Parabéns. WELLINTON MARCIO DE LIMA pela reportagém, e seu conteudo.

 
cleucir gargantini em 18 de janeiro de 2012 - quarta às 22:07

Muito bom esta de parabéns sucessos

 
Guilherme Noda em 18 de janeiro de 2012 - quarta às 21:32

Parabéns ! È desse tipo de reportagens que nós precisamos, sinceramente apaixonante. Senti como se eu estivesse lendo um texto de Graciliano Ramos, pois a riqueza de detalhes é incrível e depois que comecei não consegui parar até o final.Parabenizo também o histórico personagem Zé Tubaina, quantas estórias hein! e ao jornalista fica aqui registrada minha nota DEZ, continue assim Wellinton.

 
mauro junior em 18 de janeiro de 2012 - quarta às 21:09

Esse menino tem futuro. Muito bom texto. Parabéns.

 
Marcio em 18 de janeiro de 2012 - quarta às 19:35

Fico feliz em ver essa homenagem ao Ze Tubaina, pois foi ele quem tirou foto de alguns de meu aniversarios , e olha que ja tenho 44 anos, tinha amizade com seu filho jairo com quem brincava muito nos fundo da casa do Ze, onde corriamos por arvores e jogavamos bola. O Ze merece e muito essa homenagem pois sempre foi um homem simples, educado, atencioso com todos. Ze um grande abraço e que Deus te proteja sempre.

 
Marco Antonio Cerveira em 18 de janeiro de 2012 - quarta às 17:43

Envie seu Comentário

Antes de escrever seu comentário, Atenção! O DouradosNews não publica comentários ofensivos, obscenos, que vão contra a lei, que não tenham o remetente identificado ou que não tenham relação com o conteúdo comentado. Dê sua opinião com responsabilidade!
* Obrigatório
 
2011 © - Dourados News - Todos os direitos reservados.
As notícias veiculadas nos blogs, colunas e artigos são de inteira responsabilidade dos autores.
Desenvolvido por: Lobo Tecnologia&Internet
Tel. (67) 3423-5060 - 55 (67) 3421-6196
Rua Hilda Bergo Duarte, 462 - 1º Andar - Sala 01 - Edifício Dinho
Cep. 79.806 - 020 - Centro - Dourados - MS.