Menu
Busca Terça, 12 de Dezembro de 2017
(67) 9860-3221
Sertão Campanha - Dezembro2017
SAÚDE&ESTÉTICA

Outubro Rosa: amamentação previne câncer de mama

18 Outubro 2017 - 11h40Por Da redação

O mês de outubro é o mês rosa, dedicado a prevenção do câncer de mama em todo o Brasil. E quando se fala de uma das doenças mais comuns entre as mulheres brasileiras, é melhor ficar atenta e se cuidar. De acordo com INCA (Instituto Nacional de Câncer), além dos exames frequentes de prevenção, amamentar é uma forma de prevenir o câncer de mama também.

Estudos apontam que para cada 12 meses de amamentação, a mãe reduz 4,3% do risco de desenvolver o câncer. O médico oncologista Ellias Magalhães explica que este tipo de câncer é desenvolvido de acordo com a exposição aos hormônios femininos que são produzidos em diferentes concentrações conforme o ciclo menstrual. 

Quanto maior o número de ciclos, mais a mulher fica exposta e tem mais chances de desenvolver o câncer. "A amamentação é um período de contracepção natural, no qual a mulher tem o seu ciclo reprodutivo suprimido (mesmo assim, não confie que não vai engravidar só porque está amamentando, claro). Sendo assim, quanto maior o período de amamentação, menor será a chance de desenvolver a doença, já que a mulher deixa de sofrer as ações dos hormônios que podem causar o câncer de mama”, explica o oncologista.

Outra hipótese do porquê de amamentar ser preventivo é que, durante a gestação e o aleitamento, o tecido mamário sofre alterações celulares que aumentam a funcionalidade da célula, o que, com o passar do tempo, poderia reduzir definitivamente o risco de desenvolver a doença. Sendo assim, mulheres que tiveram um maior número de gestações e/ou períodos de amamentação mais longos estariam mais protegidas.

Mas, mesmo para as grávidas, é indicado continuar com os exames preventivos, seguindo as mesmas regras de qualquer outra mulher. Caso tenha alguma suspeita, a mamografia pode ser indicada, sendo importante pedir uma proteção especial para o feto. O oncologista Ellias alerta ainda que, “No período de gestação, devido à alteração do tecido mamário, podem ocorrer formações de cistos, mastites, dentre outras coisas, que podem confundir o diagnóstico do câncer de mama. As pacientes devem estar atentas às alterações das mamas e se surgir dúvida deve comunicar ao médico”.

O ideal é que anualmente ou a cada dois anos, a mulher realize o exame clínico feito por um ginecologista ou oncologista e também a mamografia. Os médicos enfatizam um acompanhamento anual para mulheres entre 40 e 75 anos. 

Para as que correm risco maior de desenvolver a doença (mais de 20% de chance), é importante que, a partir dos 25 anos, já comecem um acompanhamento médico, realizando todos os exames necessário e complementares anualmente.

 

Deixe seu Comentário

Leia Também

MUDANÇA
Novos critérios definem morte encefálica e afetam doação de órgãos
SAÚDE DAS UNHAS
Cinco dicas para manter as suas unhas saudáveis
CONCURSO
UEMS está com inscrições abertas para seleção de professores temporários
VIOLÊNCIA
Ex-mulher de Naldo diz que foi agredida por ele na frente do filho, 'doente'
E o salário, Oh!
Petrobras elevará novamente preço da gasolina nas refinarias
SAÚDE PÚBLICA
Pacientes renais protestam em Dourados
POUPANÇA
Acordo sobre planos econômicos deve ser protocolado hoje no STF
RURAL
Safra de grãos deve ser 9,2% menor em 2018, indica IBGE
DOURADOS
Família é presa com mais de R$ 18 mil falsos na BR 463
ARROZ COM CAMARÃO
Camarão grelhado com arroz de calabresa

Mais Lidas

CAPITAL
Mulher morre em acidente na BR-163 e dois ficam feridos
FRONTEIRA
Policial e membros do PCC estariam envolvidos em esquema de cigarros
DOURADOS
Homem morre após ser esfaqueado no Santo André
EDITAL
Escola Vital Brasil abre seleção para bolsas de estudo